Queimei a cara mas tô feliz

30 de outubro de 2016


Acordei as 7 e pouquinho da manhã e meu celular marcava 10 graus. Troquei o vestido com meia calça que tinha em mente por uma calça de moletom numa completa vibe pijama (cinza, e com meias cinzas para combinar), All Star, camisa flanela com blusa de lã por cima e um casaco grandão até quase o joelho. Levei luvas e cachecol porque as vezes sou exagerada mas nem percebo.

Namorado e eu fomos pra Porto Alegre bordejar porque o dia tava lindo demais pra ser desperdiçado dentro de casa. Frio, porém sem vento algum e aquele solzinho que aquece o coração. Contece que não olhei qual seria a possível máxima temperatura. Contece que solzinho aqueceu tanto que o termômetro marcava, lá pelo meio dia, TRINTA E UM GRAUS. E eu com roupa suficiente pra esquimó ser.

Não levei protetor, não tenho chapéu, só tinha comigo um óculos escuros de procedências duvidosas. O sol, tão meigo pela manhã fez a falsa comigo à tarde e queimou de leve a minha cara. Meu couro cabeludo dói um pouco, minhas bochechas, testa e nariz estão levemente avermelhados e eu acho que essa mudança extremamente brusca de temperatura vai deixar uma gripe de presente. Não sei, veremos.

Mas essas coisas só percebi quando cheguei em casa. Enquanto estava lá, vendo Feira do Livro, feira de antiguidades e feira de artesanato da Redenção, tudo estava maravilhoso. Bruno teve que me segurar um pouco porque vi tanto livro que morro de vontade de ler e/ou comprar que mais um pouco agarrava uma braçada do que conseguiria roubar e sairia correndo. Dsclp, meu jeitinho. O que teve de bom também foi o almoço, que era uma ala minuta de respeito, mas que não lembro o nome agora. Espero lembrar, que próxima vez que eu for por aquelas bandas quero almoçar de novo lá.

Costurinhas

18 de outubro de 2016


Terminei hoje de arrumar a camisa da minha irmã. Ela tinha rasgado na manga e estava jogada sem uso faz tempo. O que eu fiz pra arrumar foi só cortar do pedaço rasgado para baixo para depois fazer uma barra bonitinha. Como recém tinha visto um vídeo explicando como fazer barra italiana (daquelas calças ou shorts que tem a barra dobrada), resolvi aplicar o que aprendi na camisa mesmo.

Ainda sobre aprendizados de YouTube, finalmente aprendi como fazer uma barra fininha e bonita! Não que a minha na foto esteja 100%, a máquina na hora não estava ajudando, mas o resultado geral ficou até que agradável. Essa é uma regata que estou tentando fazer e espero que no final seja usável.

Eu passarinho

15 de outubro de 2016




Hoje foi uma ida frustrante à Porto Alegre. Queria ter comprado os materiais de costura que me faltam, mas encontrei todas as lojas fechadas. Pois bem, acabei só almoçando e comprando uma agendinha porque era bonitinha e que do nada me pareceu essencial (o Bruno comprou para mim, na verdade - obrigada <3). Nessa loja em que foi comprada a agenda tava tocando uma música de fundo, que nos últimos dias tem tocado como música de fundo em vários lugares que vou. Não sabia qual era, então fiquei prestando atenção até entender alguma coisa. "take me" e "church" foram as palavras ouvidas e foram essas que mais tarde em casa pesquisei para saber que sonzinho era esse, o que me levou a Take Me To Church, do Hozier. Achei maravilhoso. Achei também esse blog que dá uma explicada divertida sobre a letra.

Na volta, namorado e eu vimos um passarinho frustradamente tentando voar e não conseguindo. Levamos então para casa pra ver o que dava pra fazer. O diagnóstico dos meus pais é que é um filhotão de sabiá que se perdeu do ninho. O problema é que não tinha ninho nem nada em volta, e sozinho onde encontramos seria presa fácil para qualquer gato. Coloquei junto as calopsitas por enquanto, espero que fique bem.

* * *

Terminei de ler It: A Coisa ontem, se não engano, e adorei! Deve ser o maior livro que já li na vida, visto que o calhamaço tem mais de mil páginas. Achava que ficaria mais assustada com toda a questão do palhaço e tudo mais, mas que nada. O que me apavorou mesmo foram os "monstros" que podem ser as pessoas. E ainda sobre livros: tô lendo Stars Wars: A Trilogia de uma forma tão arrastada que não sei se essa leitura tem fim.

Saia amarela, parte I

14 de outubro de 2016


Tempos atrás comprei esse tecido amarelo maravilhoso. Mesmo não sabendo costurar direito (ou quase nada), mesmo não tendo um destino certo sobre o que fazer com ele. A ideia primeira foi fazer uma saia, que evoluiu para a vontade de fazer vestido. Mas eu não sabia fazer vestido, então deixei guardado até o dia que eu soubesse. Bem, vestido ainda não sei, mas testei fazer umas saias com uns tecidos menos favoritos e até agora deram certo. A ideia da saia prevaleceu então e desguardei o tecido.


Tudo que eu tenho é essa velha máquina Elgin aqui de casa. O botão de retrocesso as vezes demora para voltar. Os pontos enfeitados até ficam bonitos, mas é quase impossível trocar de lugar no painel, então o ponto reto é um ponto seguro. A agulha dupla fica torta e por isso não tem uso nenhum. Mas não tem problema: é uma boa máquina, e aprendendo as manhas e birras dela o baile segue em frente. Obviamente somado a muitos vídeos-tutorial do YouTube.


Voltando ao tecido, decidi fazer uma saia midi rodada. Falta comprar a entretela para usar na barra da cintura e também um calcador de zíper invisível para conseguir costurar o dito cujo. Enquanto não compro, vou fazendo o que dá. O legal que para fazer essa saia não precisa de molde algum: o comprimento é de acordo com o gosto e a largura, caso queira fazer com pregas, deve ser a medida da cintura vezes 3. Aí marquei em toda largura do tecido pontos de 2 em 2 centímetros, fui dobrando e alinhavando. Acho que até semana que vem eu termino.
 

Follow by Email

Theme e conteúdo por Marina R. - © Marina's Journal 2011 ~ 2017