Cortei o cabelinho

26 de fevereiro de 2016

YAY, finalmente cortei meu cabelo. Fazia MUITO tempo que não cortava mais (a última vez foi em março do ano passado), ou seja, tava muito detonado e comprido e seco e com as pontas nadavê. Sabe quando o cabelo simplesmente não tem mais forma nenhuma? Então, tava assim, só que pior. Aliás, nem sei porque sempre demoro tanto pra cortar. Vejo meu cabelo virando uma bosta e faço nada a respeito. Vai entender.

Pois bem, aqui vai o corte explicadinho, para futuras referências. Pedi para que a cabeleireira cortasse meio reto, pouco acima do ombro, mais ou menos na metade do pescoço. Mas também disse para deixar mais comprido na frente e mais curtinho atrás, mas nada muito dramático, só uma inclinação básica para não incomodar tanto no pescoço enquanto estiver solto e para conseguir prender com mais facilidade quando for amarrar. A franja já estava aí; cortei algumas meses atrás e ainda está em fase de crescimento, por isso disse para não mexer nela.

Me sinto mais leve tendo um cabelo que tem movimento - diferente de antes, que tava uma palha que só servia para ser preso em um coque no topo da cabeça. Agora só falta dar uma mudada nessa cor tosca de cabelo que se encontra na minha cabeça a mais ou menos 22 anos.

Cansei um tiquinho dessa coisa toda chamada internet

17 de fevereiro de 2016
Nunca pensei que diria isso, mas: a internet perdeu a graça pra mim. Entro todos os dias nos mesmos sites, vejo as mesmas pessoas e suas atualizações costumeiras, procuro algo específico e fecho as abas. Sim! Passei do mal que sofria anos atrás - o de jamais fechar as abas pois tudo me parecia interessante e legal demais para ser fechado - para o fato que eu consigo e quero fechar as abas porque estão me incomodando. Estranho, né?

Talvez nem tanto.

Desde que entrei para esse mundinho virtual sempre fiquei no meu canto, mesmo querendo estar em todos os cantos possíveis da internet (vide mil contas a qual estou conectada e que acredito jamais conseguir me apagar completamente da internet, caso um dia eu queira). Quando o Orkut era o ápice e postar avidamente era o must, eu já era aquela pessoinha que mudava a foto a cada era e jamais atualizava o perfil com a minha música favorita do momento - como todo mundo fazia. Mesmo quando ia em bailinhos, festinhas, e essas coisas de jovens, nunca senti o ímpeto de atualizar com 20 fotos-sequência da mesma pose na balada logo após chegar em casa. Sei lá, acompanhar a vida dos outros sempre me pareceu suficiente.

Agora, depois de todos esses anos, parece que a graça acabou e não vejo mais nem sentido em ser platéia alheia e muito menos formar meu próprio público. Mão acaba doendo depois de tanto bater palma e todo mundo sabe qual a hora de parar.

Escrever, ter um blog, tirar fotos para compartilhar coisas... é uma coisa legal, mas acho que cansei. Pelo menos por ora. As vezes surge uma vontade louca de fazer algo e postar na hora, e assim o faço. Mas rotina de postagem (seja em qualquer rede social ou lugar por aqui), texto toda semana, #novidades, não faz muito mais a minha praia. Sou uma pessoa chata de ser stalkeada.

O que tem feito minhas alegrias na internet - porque nem tudo são dores - é a maravilha do Goodreads. Redescobri essa rede social faz pouco e atualizei de acordo com minha memória e meu Skoob. Tempos atrás eu burramente achava que só havia as versões em inglês dos livros e me parecia um bicho difícil de lidar. Bobagem: depois que descobri como o trem funciona, foram só alegrias. Tenho adicionado e descoberto muito livro e gente legal por lá, sem falar que dá para rolar altas discussões literárias. Quem tiver, me adiciona! Me encontre em goodreads.com/ribacki.

Talvez eu esteja apenas frequentando os cantos chatos da internet, talvez eu esteja com preguiça demais de procurar algo melhor. De qualquer forma, essa pausa está fazendo um bem danado para a minha vontade de ler, que só melhora.
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Um abraço e um café quentinho e bom para quem ler isso daqui. Boa internet para você.
 

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