Regra dos terços e objetos #lenstrick

29 de maio de 2015




 
A regra dos terços na fotografia nada mais é que imaginar um jogo da velha em cima da foto para melhor compor os elementos que estão sendo fotografados. Aqui tem um artigo que explica melhor sobre esse tema do Lenstrick, grupo organizado pela Tati e Luanna para aprender e aprimorar técnicas fotográficas.

Sou amadorzona e não sei se fiz certo, mas taí o resultado. Confira as postagens das outras meninas do projeto:

Tati Luanna Nicolle JanaínaJulianaAléxiaCarolLory

Colares Strangely Yours

23 de maio de 2015

Imagens: Strangely Yours

Sou bem desligada para usar acessórios e não é algo que faz falta no meu dia a dia, mas o detalhe e o diferente ganham meu coração bem fácil. Vi essas pequenas câmeras em uma postagem do Tumblr e assim descobri os colares Strangely Yours. Além dessas câmeras fofinhas, há vários modelos de miniaturas em couro e madeira. Apesar do preço elevado, vale a pena dar uma conferida nessas delicadezas. Quero tudo ♥

Sobre livros compartilhados e cachorros assassinos

14 de maio de 2015
Eu tenho essa preguiça que dá de tempos em tempos de folhear qualquer coisa e me por de fato à leitura. Já estamos no mês cinco e há somente quatro livros lidos na minha lista. Pouco, né? Morro de inveja desse povo ávido leitor que come dezenas de livros de uma só vez como se fosse apenas meia dúzia de páginas. Enfim, cada qual em seu ritmo. Peguei para ler um exemplar bem velhinho de uma coleção que possui o Viagem Ao Centro Da Terra, de Júlio Verne. Já estou na página 96 e nele achei um trecho maravilhoso que resume bem o que penso sobre livros:

— [...] Nesta ilha gelada acha-se vulgarizadíssimo o gosto pela leitura! Não há lavrador ou pescador que não saiba ler e não leia. Entendemos que os livros, em vez de criarem bolor nos armários, ao abrigo de olhares curiosos, são destinados a estar ao alcance dos leitores. Por isso os volumes andam de mão em mão, folgados, lidos e relidos; muitas vezes só voltam à biblioteca depois de viajarem um ano ou dois. (Pág. 58)

Comprar livro é maravilhoso, poder montar uma estante com os favoritos é melhor ainda. Mas acredito que livro tem vida e precisa circular. Melhor solução para isso é emprestar sem pena, sem aquele sentimento de apego ao material. Afinal, muito mais que papel, livro é história, sentimento, sensação e lazer. Tenho só um livro que dificilmente emprestaria pelo fato de ser pouco mais frágil que de costume mas, do pouco resto que possuo, vão e vem toda hora e se pedirem empresto novamente. Se a pessoa não tem um histórico de destruição, porque não, né? Vamos distribuir amor em forma de livros, galera.



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Ainda sobre livros: no ônibus tinha essa menininha, com tipo uns 8 anos, sentada do meu lado. Eu, meio sonolenta e pendendo para a janela, seguia lendo Viagem ao Centro da Terra. Tava bem bom de ler, mas o sono venceu e revirei os olhinhos sem querer (acho incrível que os melhores sonhos acontecem nessas frações de tempo que a gente dorme sem pretender; parecem horas sonhando quando na verdade só segundos se passaram e mesmo assim dá tempo de ficar perdida e se perguntar "onde estou, quem sou eu, para onde estou indo?"). Acordo do nada e vejo a menina do lado toda concentrada na leitura do exemplar que eu segurava na mão. Achei isso tão fofo que fiz de conta que nem percebi e voltei a dormir. Queria que todas as pessoas de quem espio a leitura também me deixassem ler mais um pouquinho. :P

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Se na ida de ônibus fui feliz, a recepção da volta foi um tanto... desastrosa. Mas preciso contextualizar: tenho pavor de cachorros. Não é fobia, acho fofo (de longe), faço até carinho se pedir, mas na minha cabeça de jerico todo cachorrinho é um potencial assassino (dsclp humanidade. larguem as pedras da mão faz favor). Fui mordida duas vezes quando pequena e até hoje sempre acho que qualquer cachorro, por mais pequeno e distante que for, pode, sei lá, arrancar minha perna.

Desci então do ônibus na esquina como sempre, caminhei em direção a minha casa e alguns metros à frente vi o cachorro do vizinho latindo para mim. Geralmente cumprimento o bichinho, aquele tipo de small talk de elevador aplicado a um cão - sabe, tentar estabelecer uma relação para o cachorro não me matar -  mas, a medida que me aproximava, o latido subia mais um tom e aquilo começou a me desesperar. Queria pegar o celular pra ligar pra casa e assim meu pai me buscar na frente do portão (eu estava a dois metros do portão) porém a cada movimento o cachorrinho agora nada simpático rosnava e se inclinava pra frente como se fosse me morder a qualquer minuto. Nesse momento, toda imobilizada e já me cagando de medo, comecei a berrar aos quatro ventos um PAAAIÊÊÊ (nota: já era dez e meia da noite) e mesmo assim nada do cachorro recuar nem do meu pai aparecer. Sempre ouvi que correr de um cachorro é mil vezes pior porque aí sim que ele ataca, mas tudo o que eu queria ali era baixar o The Flash em mim e sair daquela situação. Depois de muito tempo desse impasse de vai-ou-fica-ou-morre, o amável cachorrinho se distraiu com meu gatinho que passava perto e assim o dia foi salvo. Pude correr, me jogar no sofá e agradecer por mais um dia vivona nesse mundo. Amém.

Grimm's Fairy Tales

1 de maio de 2015

Contos de fadas não são novidade para ninguém: todo mundo em algum momento da vida entrou em contato com esse mundo repleto de princesas salvas por príncipes e de finais felizes para sempre para (quase) todo mundo. Se você nunca leu de fato algum livro desses contos, a Disney está aí para não deixar ninguém esquecer.

Branca de Neve

Grimm's Fairy Tales é uma nova seleção das histórias do livro The Fairy Tales of the Brothers Grimm, publicado originalmente em 1909. As ilustrações, feitas por Arthur Rackham, são as mesmas da edição do início do século passado.

João e Maria

Pesado, é um livro que não dá para carregar por aí facilmente, ao mesmo tempo que é perfeito para enfeitar a estante. As folhas são grossas e amareladas, a fonte é super boa para ler, todos os inícios das histórias têm uma página especial e cada conto é ricamente bem ilustrado. O livro, traduzido do alemão por Mrs. Edgar Lucas, é em um inglês às vezes complicado de entender, por isso o dicionário foi um lindo aliado para traduzir as expressões antigas dos diálogos.



Enfim, o acabamento é perfeito e é o tipo de livro que eu gostaria de ler para minhas crianças antes de dormir (daqui uns 10 anos ou mais). Encontra-se para comprar nas livrarias Travessa, Cultura e Amazon.
 

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