Sobre coisas que preciso ver (só pelo amor)

25 de agosto de 2012
É madrugada, tá fazendo um calor desgraçado e eu estou aqui, sem sono nem nada. Até tentei ver um filme, mas como era meio pseudo-terrorzinho decidi não arriscar (vai que eu acabe sonhando com o que acontece no filme?).  Enfim, não é disso que eu quero falar. Ah, mas antes que eu comece de fato o que eu tinha planejado escrever, tenho que declarar uma coisa: não sei se tem alguém que acompanha com todas as forças esse bloguito, mas se tem, acho que deu pra notar que não tem post novo na parada faz bom tempinho. Motivo simples: pura preguiça. Eu tenho umas ideias super legais para escrever, e ideias que renderiam bons posts até. Mas ficar no Twitter é mais tentador, não me julguem.

Atenção: a partir desse ponto o post é sobre o que eu amo, não importa se é ruim. Beijo.

Esses dias eu estava linda e bela passeando pelos bosques floridos dos meus feeds quando acabei me deparando com um post maravilhoso. Não o post em si na verdade, mas o que fez meus olhinhos brilharem foi ler a notícia que ele trazia. Resumidamente, a postagem anunciava que a dona Globo (plim plim) passaria a novela “O beijo do vampiro” no Vale A Pena Ver De Novo. Sabe o que é eu enfiar a cara no meio do notebook e sorrindo e chorando à medida que eu lia? Então, foi bem assim mesmo. E olha que nem estou exagerando. Acho que não fiquei eufórica assim nem quando fui pedida em namoro.

Pausa: imagina a cena de alguém pedindo você em namoro e você simplesmente sorrindo e chorando e segurando a pessoa pelos cabelos de tanta euforia? É, ainda bem que comigo não foi assim.

Mas continuando, eu realmente fiquei feliz. Acho que quem é um pouco mais novinho não conhece a novela, até mesmo porque eu era criancinha quando vi. Se não me engano, eu tinha 9 anos quando passou e, por ser uma novela que passava às 19h, meu pai sempre optava por colocar em algum noticiário, seja lá em qual canal fosse. Por isso não pude ver toooda a história de verdade, o que não me fez diminuir o amor. Talvez até tenha aumentado, porque, quando acabou, fiquei logo esperando que aparecesse no Vale A Pena Ver De Novo. Sério.

Eu tinha um amorzinho platônico pelo Zeca.

Só estou esperando que Chocolate Com Pimenta acabe (amei também essa novela, mas tá longe de ser uma das minhas favoritas) para poder me deitar no sofá e aguardar a abertura vampiresca. Ah, curiosidade: eu tinha 9 anos, estava na terceira série e minha professora também tinha um amorzinho platônico por um bruxão lá. E toda a sala colecionava as figurinhas que vinham no chiclete.

Cartões telefônicos da novela lançados em 2002.  RISOS.

Mas não é só por essa novela que estou esperando. Uma vez eu falei aqui do livro Insônia, que é minha paixão. Como tenho certeza que ninguém se lembra disso, retomarei. Insônia é um livrinho pequeno, adolescente, comum, com uma história que não muda a vida de ninguém, apenas com uma leitura legal pruma tarde tediosa. Trata da vida de uma garota que adquire muitas responsabilidades desde cedo e que tem um pai desajeitado e tem uma amiga mais velha linda & gostosa (que se apaixona pelo pai). Também fala do amor no início da internet (o livro é de 96), quando mandar e-mail era super legal.

Apesar de tanta comunzice e nada de mais, eu amo esse livro. Tem uma historinha legal (ou não) por trás dele, mas não convém contar agora, rs. Enfim, é amor. Há muito li que um filme a partir desse livro estava sendo produzido, acho que em 2009. Pensem nisso: o livro é brasileiro (gaúcho) e não muito relevante, quando é que alguém iria se interessar pra fazer um filme? Sei lá. O chato é que, segundo li por aí, estavam (e ainda estão) enrolando esse filme já faz uns cinco anos, só pela falta de verba nos bolsos.

Mas eis que surge uma luzinha fraca no fim do túnel. Esses dias, enquanto almoçava e assistia tevê, apareceu uma daquelas rapidinhas sobre as opções culturais da semana e tal. Não estava prestando muita atenção porque é da minha natureza não prestar atenção, mas do  pouco que consegui, ouvi o nome “CLÁUDIA”, que é a principal da história, e quando viro a cabeça tem o nomezinho “Insônia” na telinha. Ai que felicidade, lançaram o filme.

Mas foi alegria passageira. Descobri depois que só iria passar no Festival de Cinema de Gramado, que obviamente não teria como eu ir. Revistei então toda a querida internet sobre o filme, e vi várias críticas e resenhas de quem pode participar do evento. Foi unânime: todos odiaram o longa-metragem (não exatamente com essas palavras, mas quase). Fiquei triste, fiquei abalada, fiquei lastimosa.

Mas ok, é a vida, e ela continua, mesmo quando fazem filmes ruins sobre livros que você ama. Tudo bem, não me importo. Quero ser a primeira a downloadear esse filme e assistir o mais breve possível. Não porque quero comprovar se é ruim ou não, se foi fiel à história ou se saiu uma merda completa. Quero ver só porque estou esperando esse tempo todo (isso vale para O Beijo Do Vampiro também).

A maldição da luz desligada

10 de agosto de 2012
Hoje*, quando cheguei da faculdade, pensei: vou dedicar meu tempo de noite para pesquisar, pensar e argumentar sobre o filme Cidadão Kane (que, aliás, é melhor revê-lo, e para isso não posso ter preguiça de baixar o clássico). Mas não dá, terei que escrever esse texto.

Então. Eu não gosto de fazer alarde de noite, como deixar todas as luzes ligadas ou ouvir música num tom relativamente alto. Prefiro ficar com a luz do note (ou celular, se for pra ler) e para ouvir o headphone. Isso tudo por dois motivos: 1) meus pais não gostam que a casa fique ~movimentada~ depois que todo mundo (menos eu) vai dormir 2) porque eu sempre acho que vou acordar a vizinhança, e isso me faz sentir uma vândala dentro da minha própria casa (isso me fez pensar uma coisa: se eu sou assim morando numa casa, onde tudo tem um espaço razoável para fazer barulho, imagine só se eu morasse em apartamento, tudo juntinho? Credo).

Como eu disse lá em cima, tinha determinado hoje o dia para pelo menos começar o meu trabalho. Como estava morrendo de fome, me aprumei para a cozinha com tudo o que tinha direito, para fingir direitinho que eu realmente faria algum trabalho: o note, o headphone, minha bolsa com meu caderno e minhas anotações. Tudo bonitinho em cima da mesa. Fiz o café para me manter acordada e comi umas bolachas Maria que tinha (só como isso quando estou doente, mas hoje a fome e a preguiça me deixaram abrir uma exceção).  Pesquisei algumas coisas, quase escrevi um parágrafo, mas cansei disso e me entreguei para o Twitter, um pouco para o Facebook, e muito para os meus gatinhos, que não saíam de cima do meu colo.

Mas esse não é o ponto. O que me fez abandonar a ideia de fazer meu trabalho para escrever um post é justamente o que está escrito no segundo parágrafo. Quando eu decidi que era melhor eu sair da cozinha e ir para o quarto, era porque não queria deixar luzes acesas pela casa. Senhorita Paola, a minha gata, se encontrava lindamente aninhada no meu colo, então, sem coragem de me desfazer dela, levantei da cadeira segurando minha bebezinha, e pretendia levar a minha xícara para a pia. Só pretendia, porque, ao me levantar, de algum modo a patinha da Paola ficou presa DENTRO da xícara (não sei como) ainda meio cheia com café já frio. Resultado: todo o café que eu havia esquecido de tomar agora se encontrava no chão. Não chorei o café derramado só porque já estava frio, mas teria se tivesse levado a minha xícara (tão bonitinha) junto.

Superado o transtorno de ter que limpar toda a nhaca que tinha ficado no chão, me vi organizando as coisas para levar para o quarto. Primeiro levaria o note entreaberto com o restinho do pacote de bolacha maria no meio, junto com o carregador e o headphone (e nisso também aproveitando a luzinha da tela para me guiar até o quarto sem tropeçar em nada, já que né, sempre mantenho as luzes desligadas e me recuso a ligar). Coloquei tudo nas minhas mãos – dessa vez sem a gata junto, aprendi a lição – e rumei quarto dentro. E sabe de uma coisa? Parece que no escuro eu esqueço como é cada pedaço da minha casa, porque sempre, SEMPRE, tropeço em alguma coisa que me faz ter algum roxo estranho na perna ou deixar algum dedinho do pé latejando. Como não poderia ser diferente, dei de cara com a porta do quarto e isso fez um estrondo legal o suficiente para imaginar uma sitcom de fundo, com direito a passarinhos girando em cima da minha cabeça.

Mesmo batendo com tudo na porta, segui firme e forte sem ligar a luz. Pra quê, né? Vamos preservar o meio ambiente, diminuir a conta de luz, não acordar os vizinhos. Afinal, se eu não sei andar na minha própria casa à noite, onde mais posso?

Bom, já tinha levado as minhas coisinhas para o quarto, agora era hora de voltar para a cozinha e desligar a luz, que tinha ficado para trás. Fui, pé por pé, com os olhinhos já acostumados à escuridão e assim já vendo possíveis estrondos e podendo evita-los. Fui lá, linda e bela, e desliguei a luz, deixando o que estava escuro mais escuro ainda. Os primeiros passos até foram tranquilos, mas, de alguma forma bem inexplicável, eu chutei um balde cheio de água, e isso foi mais escandaloso que bater na porta. Molhei todo o pé, todo o chão, e xinguei baixinho pra ninguém acordar, se é que já não tinham acordado depois disso.  Voltei para o quarto, e acho que tropecei em mais algumas coisas que estavam (e ainda estão) no chão, e agora estou aqui, escrevendo sobre isso. 

A minha teoria (preciso ainda formula-la melhor) é que os objetos ganham vida quando as luzes são desligadas e se movem para lugares estratégicos, a fim de serem pisados e lembrados. Sim, lembrados. Quem se lembra de uma porta durante o dia? E de um balde cheio de água? Eles, os objetos quase que esquecidos, só querem um pouco de amor e atenção, por isso buscam se divertir à noite pregando peças em seus donos.

Moral da história: antes de desligar as luzes para dormir, dê um abraço na quina da sua cama. Faça o mesmo com a porta e com todas as coisas que ficam entre o seu quarto e o banheiro (e a cozinha, caso seja um assaltante de geladeira). Depois disso torça para que tudo tenha se sentido amado o suficiente para não querer fazer amizade com seu joelho. Fica a dica.

*Escrevi esse texto hoje, porém foi durante a madrugada. Ou seja, tudo isso se refere ao que aconteceu ontem de noite. (:

Aproveitando que o dia estava bom

5 de agosto de 2012
A exposição não entendida
Em exposição nem tudo se entende de cara, mas pelo menos se procura entender o que o artista quis passar, não é? Foi o que tentamos fazer, eu e minha irmã. E nisso falhamos. Hoje, numa amostra de artes visuais no Santander Cultural, com o título de Italian Genius Now Brasil, demos voltas e voltas e mais voltas em cada espaço do museu e nada de entender do que se tratava. Digo, o que pode me significar um quadro todo branco, apenas com um número “7” no meio, e ainda meio tortinho? Não sei vocês, mas pra mim tudo o que causou foi vontade de rir. E só não ri mais alto porque tinha que manter a pose fingindo ser cult e assim analisando cada sentimento que aquela tela (quase) vazia poderia me representar. Só depois, quando já estava voltando para casa de trem é que fui ler a cartilha da exposição e finalmente entendi que aquilo tudo era, em síntese, a evolução do design italiano moda-casa para o mundo. O que não me fez ainda entender o porquê de um sete perdido no meio de uma tela, mas tudo bem.

Vontade de arrumar a mochila
Hoje vi Na Estrada (On The Road) no cinema. Ainda não li o livro, então não conhecia os personagens, nem enredo, nem nada. Só tinha a informação que a história se passava numa espécie de viagem sem fim, sem rumo, e foi isso que me encantou e me levou a assistir o longa. Desde pequena sempre fui fascinada por essa possibilidade de arrumar uma mochila – e somente uma, apenas com o basicão mesmo – e sair por esse mundão afora. No filme, Sal Paradise (que seria o alter-ego do próprio escritor) conhece Dean e conta como ele mudou sua vida, tudo sempre muito bem servido de bebidas, drogas, sexo e música. Não poderia fazer um resumo ou sinopse do filme aqui, até mesmo porque não tenho propriedade do assunto e, como são muitos os acontecimentos de forma quase que solta, fica um tanto confuso para mim. Vi algumas críticas negativas quanto ao filme, mas olha, to ignorando isso. Amei o filme e agora o livro que o originou se encontra em primeiro lugar na ordem de livros de desejo.

Quem me acompanha para um mochilão? 

Filmes que vi em: JULHO

1 de agosto de 2012
No início do mês passado eu fiz uma lista de filmes e livros que eu queria ver, né? Então, não vi nenhum (NENHUM MESMO) filme da lista e não consegui acabar também nenhum livro que eu havia dito. Ok, paciência. Mas, mesmo não tendo visto e terminado de ler nada do que eu havia previsto como passatempo pras férias (que, diga-se de passagem, foram curtas demais), descobri e vi filmes bons, na maioria.

Freaks (1932): não sei como começar explicando esse filme, se pela história ou pelo fator "diferente" que o envolve. Ok, começo pelo diferente. Pelo que li por aí sobre Freaks, e de acordo com o texto introdução do filme, antigamente as pessoas que nasciam com alguma anomalia, deformação ou qualquer coisa berrante aos olhos da sociedade eram colocadas à margem do povo. Ou seja, se formavam comunidades dessas pessoas de alguma forma aleijadas. A história desse filme se passa dentro de um circo (onde essas pessoas "estranhas" são a atração). Detalhe: praticamente todos os atores têm alguma anomalia, exceto a trapezista e o homem-fortão do pedaço. Esses dois são algo parecidos com namorados, só que meio que às escondidas. Mesmo estando juntos, a trapezista seduz e se casa com um anão de lá, por ele ter uma generosa herança.

Freaks (1932)
Poster mais lindão do filme <3

Wiily Wonka and the chocolate factory (1971): No mundo criado por Roald Dahl (autor dessa obra quase comestível), lá pelo ano de 1964, Willy Wonka era o mestre mor dos chocolates. Sabia fazer os doces mais estranhos e bizarros e deliciosos que qualquer um. Por isso, tinha uma concorrência digna de dar uns tapas na cara e mandar para longe, devido a grande inveja. Um dia, alguém se infiltra na fábrica e rouba uma receita. Wonka, com medo de uma possível ruína, fecha a fábrica e põe todo mundo pra rua. Depois de um certo tempo, a fumaça da chaminé volta a colorir o céu de cinza e sombras pequenas começam a se mexer lá dentro, mostrando que tudo voltou à tona. Mas ninguém nunca mais foi visto, nem empregados, nem o dono. Aí, para terminar com esse mistério todo, Willy Wonka decide premiar os cinco felizardos que encontrarem um cupom dourado numa barra de chocolate – que se encontram em qualquer lugar do mundo – como passaporte para conhecer A Fantástica Fábrica de Chocolate Wonka. Opinião sobre esse filme: achei uma porcaria disneyficada, e só. Pelo que percebi, a maioria das pessoas gostam desse filme, mas não me desceu na goela essa versão pras telas da história. Bom, expliquei melhor nesse post no blog Chocolate Literário.

Nossa, como ele é engraçado, parabéns.

Charlie and the chocolate factory (2005): é a mesma história de cima, só que melhor, rs. Na verdade, esse foi o filme mais fiel à história. Não tem aqueles músicas chatas à la Disney pra encher linguiça, não tem psicopata sem noção como protagonista (rimou). No filme recente da história, Willy Wonka, o chocolateiro mais awesome da face da terra, é realmente o chocolateiro mais awesome da face terra e faz jus a isso. Outra mudança do primeiro filme para o segundo (eu sei que to comparando demais, mas me deixa) é a mudança de foco. Se antes o papel principal era do Wonka, agora para a ser do Charlie Bucket (mudança bem clara só de ler o nome do filme, rs). 

Flipped (2010): é a história de uma menina que é apaixonada pelo seu vizinho da frente desde a infância. O menino, mesmo sabendo desse amor todo, sempre tentou se afastar, a julgando grudenta demais. Os dois crescem, o amor dela continua, porém sofre mudanças depois de perceber que o garoto talvez não fosse tudo aquilo que ela sempre achou ser. Resumindo, é um filme muito fofo pra comer com muito chocolate <3

Sucker Punch (2011): uma garota, depois da morte de sua mãe e da morte acidental da sua irmã mais nova, é internada pelo padrasto ganancioso num sanatório para destruírem sua mente (basicamente isso). Só que o serviço é fachada: as prescrições médicas são falsas (mas os procedimentos são mesmo assim feitos) e tudo aquilo serve como um serviço de diversão masculina (se é que você me entende). Para conseguir fugir desse lugar, ela vai usar a mente (literalmente) e enfrentar os monstros e tudo o mais para descobrir a saída. Isso que eu vou falar pode parecer idiota, mas foi o que eu pensei enquanto assistia: parece um musical. Quer dizer, ninguém canta e dança ao mesmo, mas é que mas a cada etapa do filme e da história tem uma música diferente que ganha tanto espaço como a imagem em si. Adorei <3

Ô tio, não pode palavrão nesse blog, que isso

Ghostwatcher (2002): é a história de uma garota que é perseguida por um cara, e esse cara persegue mais umas gurias lá que eu não sei quem são. Nem sei quem era o cara que estava perseguindo, mas tava perseguindo e tal. Um dos piores filmes que já vi. Se você tem respeito à vida e ama a sua mãe, não veja esse filme. É amadoramente idiota. Sério.

Detention (2012): Um serial killer chamado Cinderhella stalkea e mata uma das estudantes mais populares do colégio Grizzly Lake. Com o aumento dos ataques um grupo de estudantes se une para sobreviver o terrível assassino mascarado ao mesmo tempo em que estão presos na detenção (fonte). Esse filme é uma bagunça, mas uma bagunça de um jeito muito, mas muito legal. Mas não é um filme pra qualquer um. Tem que ter um bom conhecimento da cultura ~jovem~ dos anos 90 e 2000. Sério. São muitas as referências e, se piscar os olhos, já não entende mais. Ou seja, pode ser um filme que papai e mamãe odiaria, rs. Também é todo trabalhado nessa vibe de agora: hipsters, instagram, stalkers and bitches. Nota: terei que rever para conseguir entender melhor.
Momento ilegal do blog: achei esse rmvb legendado aqui. Tá meio ruim a qualidade, mas é o que tem pra hoje.

Bad Education (2004): o primeiro filme do Almodóvar que vi. É a história de dois garotos que conhecem o amor num colégio interno só para meninos e os abusos cometidos pelo padre diretor. O tempo passa mas essas histórias do passado continuam muito vivas, voltando dessa vez na forma de um filme que um dos protagonistas produz. 
 

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