Filmes que vi: MAIO

31 de maio de 2012
Visual emo de 2006, rs
Suicide room (Sala Samobójców): é a história de Dominik, um garoto rico, mimado, que tem tudo o que quer (bom colégio, boa casa, é bonito, essas coisas). Na festa de formatura, os amiguinhos dele (tudo bêbado e rindo como gralhas) fazem a seguinte proposta: as duas gurias se beijam aí, e Dominik e o outro garoto bonito se beijam também, que tal?”. Todo mundo se beija e Dominik parece gostar um bocado disso. Um outro dia, no tatame (não sei que luta faz, mas tem um tatame), os dois garotos que se beijaram na festa se encostam daqui, se encostam de lá, e pronto, Dominik fica “animadinho”, se é que você me entende. O parceiro de festa e de tatame resolve então trollar o garoto mimado, anunciando o fato no Facebook. Todo mundo então começa a comentar sobre isso e Dominik não consegue dar a volta na situação, se trancando no quarto, com vontade de se matar. E lá, no seu quartinho, no seu computadorzinho, ele descobre um chat para suicidas (wtf?) na querida internet. Eu só vi esse filme na verdade porque o áudio é em polonês (sim o filme é polonês), e eu nunca tinha ouvido nada nessa língua. Sabe o que é ter agonia por não conseguir relacionar nenhuma palavra com a legenda? Então.

Um cão andaluz (Un Chien Andalou): é um curta-metragem de 1928, e é um marco do surrealismo. Eu não saberia muito bem dizer sobre o que é esse filme, porque isso não fica nem um pouco claro. Segue mais ou menos a lógica dos sonhos – ou seja, não há lógica, mas tentamos encontrar. As cenas são simplesmente soltas, tu não faz a menor ideia do que pode acontecer no próximo momento. Como é um curta-metragem, é, obviamente, bem curto, ou seja, dá pra ver pelo YouTube mesmo. (Assista aqui em baixo, e tire suas próprias conclusões, rs).


Ímpar par: também é um curta-metragem, de 2005. Achei a sinopse que tem junto ao vídeo tão bonita que vou colar aqui: "Sinopse: Em meio a pés que vão e vem, cores e cordas de violino, o sapateiro de um pequeno vilarejo procura o par perfeito, em uma fábula de amor e sapatos." Eu vi no Porta Curtas, e o link pra assistir é esse daqui

O cabelo dela é legal, q
Pulp Fiction (vi de novo): narra três histórias diferentes, mas todas entrelaçadas. É sobre dois assassinos profissionais (o papel do John Travolta, Vincent Vega, é muito besta) que trabalham para um gângster fodão que mal mostra a cara e que tem uma linda esposa drogada, sobre um pugilista que é pago pra perder uma luta, mas que não perde e ainda por cima mata o adversário, e sobre um casal que pretende assaltar o restaurante onde tão comendo porque assaltar bancos tá ficando perigoso (teoria deles: ninguém planeja assaltar restaurantes, logo, as pessoas não esperam por isso, muito menos os que trabalham lá. Então, bora assaltar restaurantes). O filme é fora de ordem cronológica, ou seja, de início as três histórias parecem simplesmente separadas. Mas não é uma coisa desorganizada do tipo "ainda é o mesmo filme que to olhando, ou já acabou, começou outro e eu nem reparei?", é, hm, de um jeito legal. Tem duas músicas do filme que não me saem da cabeça: primeira, a música que tem no início do filme, que até o Black Eyed Peas fez uma nova versão, ou algo assim. É essa música. A segunda música é da parte onde a Mia (que é a linda esposa drogada do gângster fodão) chega em casa bêbada e resolve colocar uma música pra dançar, e é essa daqui.

Momento fófis
Tudo acontece em Elizabethtown: talvez eu não esteja tão certa do que é esse filme, porque dormi algumas partes. E eu dormi por dois grandes motivos: primeiro, eu tava morrendo de sono. Segundo, o filme é tão sem ação e sem história que não dá aquele ânimo pra ver, sabe. É a história de um cara que trabalha (trabalhava, não me lembro direito se ele tinha sido despedido ou não) numa grande empresa de calçados. Esse cara (que não recordo o nome) fez um calçado tão, mas tão ruim que deu um prejuízo de um bilhão de dólares. Obviamente, ele se sentiu fracassado. Quando ele estava cogitando a ideia de se matar com uma espécie de bicicleta (?) ele recebe uma ligação da irmã dele dizendo que o pai deles havia morrido, e que a família iria precisar da ajuda dele pra superar tal situação. Aí (não sei como) ele conhece uma aeromoça que prontamente parece ser apaixonada por ele (como, se eles nem se conheciam?). O filme tem umas partes fofinhas, mas sei lá, faltava algo.

Não chora não mulher
À prova de fogo: é a história de um bombeiro que salva vidas todos os dias (obviamente) mas que não consegue salvar o próprio casamento, que vai de mal a pior. Os dois brigam por motivos bestas (ela briga porque ele nunca faz nada em casa e ele briga porque ela briga com ele) e, então, acham que é melhor o divórcio do que aguentar essa situação. Caleb (esse é o nome do bombeiro) informa essa decisão para os pais dele e o bom velhinho (o pai) diz para ele aguardar 40 dias até se divorciar. Caleb acata a ideia, mesmo que relutante (queria acabar com isso de uma vez). O pai dele também entrega pra ele um caderno que tem tipo um manual pra reconquistar a mulher, ou algo assim. É o tipo de filme que tu fala "Ele já se arrependeu, para de ser idiota!!!" e depois fala "Awn que lindo*-*". É fofinho.

The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore: mais um curta-metragem, mas dessa vez esse é uma animação. E uma linda animação <3. É mais ou menos assim: um rapaz estava em seu apartamento na varanda escrevendo no caderno (o que talvez um dia fosse ser um livro). De repente, surge uma tempestade e leva tudo no vilarejo, literalmente tudo, casas, prédios, o que for que tivesse (uma coisa meio O mágico de Oz). Ventania para, tudo se assenta, e o jovem rapaz percebe que tudo o que ele havia escrito no caderno havia sumido. Desolado, resolve caminhar por esse lugar onde caiu. Descobre uma biblioteca, onde é acolhido pelos livros (sim, isso mesmo, os livros são praticamente pessoas, só que em formato de livro, oi). Acho que é mais válido assistir o curta do que ler eu tentando explicar o que é. Por isso, veja aí:


Parabéns + música fofa

Parabéns: Hoje, dia 30 de maio, é aniversário de casamento dos meus pais, senhor Desidério e senhora Izabel. Há exatos vinte anos eles estavam confirmando o amor deles lá na igreja de uma cidade do interior do estado, que agora me foge o nome. Segundo conta meu pai, eles demoraram um bom tempo até decidirem se casar. Os dois moravam longe, e como manter um telefone na época era caro demais, o jeito mesmo era mandar cartas. E foi assim durante uns quatro anos que os dois ficaram se comunicando. Quando dava, meu pai ia visitar aquela que não demoraria em ser minha mãe, e assim o tempo passou até chegarem no altar.

É tão lindo isso, não é? Passar tanto tempo junto de uma pessoa, em tantas situações. E isso parece agora pra mim uma realidade tão distante de me acontecer que não consigo as vezes me imaginar inserida numa situação dessas. Quero dizer, já é complicado manter algo que tem prazo de validade de alguns meses, quem dirá anos, uma vida toda? É muito pra caber na minha cabeça.

Ficou estranho eu sei, mas é só na foto ok?
Bom, para comemorar, eu e minha irmã (mais eu, muito mais eu que minha irmã) fizemos um super bolo de aniversário. Não ficou aquela belezinha de bolo, até mesmo porque não sou muito amiga da senhora cozinha, mas posso dizer que ficou bom. Bom e com chocolate ao extremo, com direito a chocolate em todas etapas de preparo. Tente imaginar uma torta de quatro camadas, com o bolo de chocolate, recheio de chocolate (branco, preto, ao leite, com um monte de bombons), a cobertura também de chocolate com m&ms. É, foi isso que fiz, ou tentei fazer. E acho que tinha alguma coisa dentro daqueles ingredientes, porque olha, enquanto eu e minha irmã fazíamos o tal bolo, não conseguimos parar de rir por um minuto.  E EU SEI, eu sei que a foto tá ruim e o bolo tá parecendo uma grande meleca marrom. Mas é sério, ficou muito gostoso e cheiroso e lindão (internamente). Outro grande motivo pra a foto ter ficado ruim e deixar o bolo parecendo uma grande meleca marrom é o fato de meu querido papai outro dia ter quebrado o vidro da câmera de alguma maneira muito estranha que não entendi. Mas, mesmo com o vidro quebrado, a câmera tira fotos, só que não dá pra ver o que está sendo fotografado. Ou seja, as fotos ficaram fora de foco e não se sabia ao certo o que a gente tava tirando foto.

Música fofa: e hoje, enquanto surfava nas interwebs (no meu quase extinto Tumblr) eis que encontro uma música. Vejo o botãozinho de play chamando pelo mouse. Pedido atendido, cliquei. E não é que era fofa? Procurei a letra, vi o clipe. Sabe o que é mais engraçado? É que me lembrou imediatamente um livro que estou lendo no momento, "Entrevista com o vampiro", de Anne Rice. O livro todo é uma entrevista e é praticamente todo narrado por Louis. Lá pelas tantas, uma menina de cinco anos é transformada em vampira. E essa música parece ter sido a trilha sonora enquanto lia hoje, porque a música é como se fosse um diálogo, e a voz de menina da música parece como se fosse a de Claudia, a menina vampira, quando imagino ela falando. Talvez seja muita viagem da minha cabeça tudo isso, mas achei que as coisas se encaixavam. E aqui está a música:


They had lights inside their eyes...
Did you see the closing window,
Did you hear the slamming door?
They moved forward and my heart died...

Luz na passarela que lá vem ela... pra aula

29 de maio de 2012
Glamuroza versus eu, sinta a rivalidade de beldades, rs.
Meu Deus, como é difícil começar a escrever. Já fiz várias introduções pra isso que deve se tornar um texto e nenhuma até agora ficou legal. A maioria delas foi tentando me explicar porque tem uma citação de É o Tchan como título, ou tentando explicar o que tem a ver passarela com faculdade. Enfim, acabo de fazer uma introdução, que o resto do texto seja mais fácil.

O que eu quero falar é: eu não entendo como as pessoas (me refiro quase que exclusivamente para as gurias, cof cof) vão vestidas de gala somente para assistir uma aula. E essa cena você já deve ter presenciado em qualquer fase da vida, tanto fundamental, ensino médio, faculdade, técnico, cursinho e se duvidar até na creche as criancinhas iam todas maquiadas e com saltinho 5 centímetros. Sabe quando você está esperando a aula começar, o professor ainda nem está na sala, e chega aquela pessoa que parece ter errado de lugar pra ir, porque parece que tá indo numa festa? É disso que to falando. Pessoas que se vestem exageradamente pra uma coisa que me parece bem simples.

E o que falo não tem nada a ver com parecer/ser desleixada. É mais questão de conforto e ocasião mesmo. Já é cansativo pensar na ideia de ficar 3 ou 4 horas sentada, tentando prestar atenção na aula. Imagina então passar essas 3 ou 4 horas de salto, com a calça maaais apertada possível, com uma blusa que não te deixa se mexer (porque corre o risco de mostrar os peitos, ops), a cabeça toda imóvel pra não estragar o cabelo e o rosto com uma expressão Kristen Stewart pra não estragar a maquiagem? E somar ao fato de isso ser todos os dias, no mesmo horário, com as mesmas pessoas. Não precisa ir de pijama não, mas alto lá, bom senso as vezes é legal.

Para entender: dia da toalha

25 de maio de 2012

Alguém aqui já ouviu falar algo sobre o "dia da toalha" que acontece em 25 de maio? Ou mais, já viu alguém carregando uma toalha pra cima e pra baixo e ficou sem entender? (a minha irmã carrega sempre uma na mochila). Pois bem, explicarei. Esse negócio de toalha tem origem na magnífica série O guia do mochileiro das galáxias, de Douglas Adams. Aliás, esse dia é justamente para homenagear o autor. Mas alto lá, uma coisa por vez.

Qual a importância da toalha? 

No primeiro livro da série (de uma trilogia que, por mero acaso, são cinco) conta a seguinte explicação: "A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon;
pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa." Em outras palavras, uma toalha pode te socorrer em qualquer situação, de qualquer perigo, de qualquer coisa improvável. Isso faz sentido? Claro, assim como todos os livros.

Hm... e porque tem um dia homenageando?

Adams, o autor dessa série, faleceu em 2001. Os fãs, completamente órfãos e desamparados, quiseram homenageá-lo de uma forma engraçada. A data de falecimento e a toalha (um bem tão importante) foram escolhidos, e é comemorada nessa data desde então :D

Então, mochileiros de plantão, peguem suas toalhas e não tenham medo de usá-las, hoje é seu dia!

Crônicas de gelo e fogo, te lerei

17 de maio de 2012
YAY! Finalmente meus livros lindos da série "As Crônicas de Gelo e Fogo" chegaram. E nossa, eu sabia que eles eram grandes, que tinham muitas páginas e tal, mas não sabia que eram tantas, rs. Os livros são maiores que Bíblias. Eu comprei pelo Submarino outro dia (promoções são apaixonantes).

Meus novos bebês (adoro ter bebês) chegaram dia 14, ou seja, na segunda. Mas só to falando isso agora porque eu não achava de jeito nenhum o carregador das pilhas da câmera (ruim, mas ainda é uma câmera). E eu queria tirar fotos, porque fotos são legais.

Minha colcha super organizada, reparem
E não, não retirarei (pelo menos por enquanto) o plástico de "O festim dos corvos"

Nas fotos talvez não aparente tanto, mas os livros são realmente enormes. Acho que nunca li algo que passasse de 500 páginas (mentira, já li. Mas tipo, só coisa adolescente e que não tivesse as letras tão pequenas).

Mas, antes de começar a gigante leitura (tem como classificar uma leitura de "gigante"?), preciso terminar todas aquelas minhas leituras que estão pela metade. Tais como: "O Hobbit", "Entrevista com o vampiro" e "Pra ser sincero". Esse último faz meses que to por acabar e parece que a leitura retrocede em vez de avançar.

Enfim, acho que é isso. Enquanto não começo a leitura, me animo assistindo ao finalzinho da segunda temporada de Game of Thrones. 

I just don't know what to do with myself ♪

13 de maio de 2012
Desenho de artes que fiz quando estava no terceiro ano (2010), e basicamente era pra desenhar o que mais gostava. Ainda gostava loucamente de Tumblr, não me julguem.

Estive pensando: nunca tive um propósito de verdade. E, quando eu digo “propósito de verdade”, me refiro aquele tipo de coisa onde tu estabelece um objetivo e arruma algum jeito para conseguir alcança-lo. O tipo de coisa que se tornaria fácil um roteiro de filme (ruim, mas poderia). Ou então tema de uma palestra empresarial sobre como crescer na vida e alcançar seus objetivos (dentro da empresa, é claro).

Sempre me perguntei coisas do gênero “pra quê eu sirvo, meu Deus?” ou então “tá, acabei mais uma etapa (interprete “etapa” como ensino médio, curso de inglês, informática, essas coisas), o que faço agora?”. Mas nunca consegui resposta nenhuma.

Isso me faz pensar que devo ter algum defeito, algo que me impeça de conseguir olhar mais adiante e dizer “quero que seja assim”, e realmente lutar por isso, seja lá o que seja. Não sei, é que é tão bonito olhar alguém que sabe o que quer, mesmo que não tenha certeza alguma se vai conseguir.

E eu não sei o que quero. Nunca soube, na verdade. Nunca tive gostos precisos, do tipo “eu amo vôlei”, “adoro dançar”, “as aulas de português são as melhores”. Não, para mim, tudo sempre foi “ah, eu gosto”, “hm, até que é legal”, e não procurava saber mais sobre. E depois que eu me liguei de como eu era (e ainda sou), notei o quanto isso é chato e o quanto isso dificulta ainda mais para eu me “encontrar”.

Eu sei, eu sei. Sou um tanto desligada do mundo, das pessoas. É mais fácil me ver falando com árvores do que com gente por aí. Mas acho que isso não tem muito a ver, tem?

Ok, isso soou um tanto depressivo e dramático, e bem, não é assim que me sinto, longe disso na verdade.

(A "verdade" talvez seja que eu misturo preguiça com dúvida e dá nisso o resultado. É que seria mais prático eu amar fazer alguma coisa desde pequena do que sair à caça agora que sou um pouquinho mais velha. Mas né, acho que nunca é tarde para descobrir coisas, ainda mais coisas que se pode gostar. Deve ser isso.)

4 motivos para usar o Google Reader

12 de maio de 2012
Eu, que antes me perdia em meio a tantos links, encontrei a solução dos meus problemas. O senhor Google Reader se apresentou para mim e eu fiquei apaixonada por sua linda utilidade. Por isso, resolvi (tentar, pelo menos) convencer de que é super prático e perfeito pra quem acompanha a jornada diária de leitura bloguística nas internets.


Coloca tudo no mesmo lugar:
Sim, coloca tudinho no mesmo lugar, na mesma página. Ele junta tudo o que tu segue e lê diariamente e coloca na tua frente, sem precisar fazer maior esforço. Explicando melhor: sabe todos os blogs que tu segue loucamente com o Google Friend Connect (GFC)? Então, vai tudo parar lá, automaticamente. Ok, ok. Se fosse para acompanhar só os blogs do GFC seria mais fácil acompanhar pela plataforma Blogger, certo? Não, errado, e sabe por quê? Porque lá os posts aparecem incompletos, e se for parar para pensar, não lemos somente blogs pertencentes ao sir Google, NÉ. Para isso, é só inscrever o RSS do blog que quiser e assim acompanhar feliz da vida <3

É organizado:
De acordo com os padrões Google de produção, tem o fundo todo branco (não sabe como isso ajuda na hora de ler. Que me perdoem alguns blogs, mas tem layouts que não dá pra querer em questão de atratividade de leitura, rs). Do lado tem a lista de inscrições e tem o número de posts não lidos, e também mostra os posts na ordem que foram postados. É uma mão na roda pra quem é perdido (como eu) e se esquece do que já leu ou não.

Economiza tempo:
Imagine: você trabalha, estuda, tem que fazer um monte de trabalhos, lê, e ainda por cima mantém um blog (twitter, facebook, tumblr, seja lá o que for). Só com essas redes sociais (e alguns stalkeamentos, por que não?) você já abre umas 10 guias no seu navegadorzinho de estimação. Imagine então abrir mais trocentas guias só para conferir os blogs? Fica difícil né. Então dá pra dizer que economiza tempo e um bom espaço entre as guias.

Atualizações instantâneas:
Yep, super instantâneas <3 aparece que tem post novo na mesma hora, é lindo isso. E não tenho mais nada para falar sobre (acabou argumentos).

Nota: é bom acompanhar todos os dias. Sabe, as pessoas gostam de postar bastante. Se  ficar alguns dias sem olhar, acumula MUITO. Vai por mim.

Atualização: o Google tirou do ar faz algum já o Google Reader. Recomendo como substituto o feedly.com!

Um apelo pelo bom português

7 de maio de 2012
Se tem uma coisa que eu odeio nessa vida, e nem são muitas viu, é erro de português. Isso não quer dizer que eu seja tipo a mestre de Letras que sabe de tudo e ninguém sabe de nada (até mesmo porque eu erro também né e, ops, nem faço Letras), mas sim que eu não compreendo, não consigo engolir. A pessoa vai na escola pra quê? É isso que me questiono quase sempre. E nem é questão de achar que quem sabe escrever direito é superior e tal. Eu compreendo quem é mais velho, ou quem não teve oportunidades, que teve uma vida e criação diferentes, ou seja lá o que for, de cometer seus erros. É natural errarmos no que não nos foi passado.

O que me faz apavorar mesmo é esse povo que tá no ensino médio, quase saindo da escola e se preparando aos poucos para entrar numa vida acadêmica (ou seja lá que vida queira, de preferência algo que faça evoluir, rs) escrevendo como uns alienados nem sabendo conjugar direito, ou ainda confundindo loucamente "mas" com "mais". É uma coisa meio que inaceitável né, até mesmo porque, querendo ou não, o erro pode acabar chamando mais a atenção que o conteúdo.

E sim, o conteúdo, aquilo que tu* quis passar no texto, pode sim ser desfocado pelo erro. Por quê? Bem simples: a primeira coisa que notamos em tudo são os erros. Até em nós mesmos. É muito simples conseguirmos fazer uma lista de tudo que sabemos que tá errado na gente, mas vai dizer as qualidades pra ver se não é bem mais complicado? Então, com um texto que a gente lê acontece a mesma coisa. A pessoa que escreveu até poderia estar bem intencionada, com todo o conteúdo na cabeça, até com as frases bem formuladas. Mas na hora de transcrever tudo, puf, caiu no abismo gramatical (todos morre).

Escrevi tudo isso de uma maneira bem vaga, eu sei, mas sei lá, é mais como se fosse um "desabafo". Vejo tanto blog com layout super bonito e caprichado, mas sem conteúdo nenhum, ou então sem nenhum cuidado em relação à escrita, como se ninguém fosse notar isso. Eu noto, e prezo pelo bom e velho português.

*Sim, eu falo "tu" sem conjugar direito. Mas isso é mais uma questão de regionalismo e costume (mas tchê, sou gaúcha). Não consigo falar "você", e me soa estranho dizer "tu queres", ou algo assim.

Sobre demora, arte e provas

5 de maio de 2012
Nossa, fazia tempo que não acordava cedo. Quando eu ia pra escola (meu Deus, isso já faz quanto tempo?) era fácil acordar, estava acostumada. No pouco tempo que trabalhei também. Mas não estou mais estudando (de manhã) nem trabalhando. Ou seja, não estou nem um pouquinho apta a me levantar e ainda não ter sol direito. 

Pois bem. Hoje tive que acordar cedo. Tinha combinado de encontrar com a Edily no Senac às 9 horas, porque esse seria o primeiro horário do primeiro workshop do dia que participaríamos. Acontece que demorei um tantinho pra por o pé no chão e sair da cama e mais um tantão depois pra conseguir finalmente sair do banho. Ainda demorei pra secar o cabelo, demorei pra arrumar os materiais que precisavam pro workshop e tal (materiais que mal usei) e depois demorei até chegar na parada de ônibus e perceber que faltavam 10 minutos para 10 horas. Meu pai deu carona, mas sabe comé. Demora um tantinho pra pegar a carteira, demora um tantinho pra abrir o portão, demora um tantinho pra ligar o carro, demor"CALMA MARINA, vou abastecer o carro antes". Quando eu vi, já era 9 horas quando ainda estávamos no posto de gasolina.

Pequena explicação: Senac é o lugar onde a Edily trabalha e estuda. Edily é a minha melhor amiga. Então, lá nesse tal de Senac hoje (03/05) teve uma feira de oportunidades (não me lembro direito o nome, deve ser esse), que era basicamente um monte de workshops, que não são nem oficinas, nem palestras: é uma mistureba dos dois.

O primeiro momento era com a  ilustríssima Carla Meyer. O objetivo era tentar fazer todo mundo pensar sobre nossos projetos de vida, direcionamento, foco. Como fazer isso ficar legal, sem ser uma coisa clichê, maçante? Simples, colocando a mão na massa. O que nos foi proposto era desenhar nosso projeto de vida apenas utilizando a folha na nossa frente e o material também à nossa mesa, seja lá o que fosse. Depois trocávamos de mesa para poder rabiscar nossos projetos de vida na folha dos outros, com outros materiais. Foi no mínimo interessante a sensação de poder rabiscar no trabalho dos outros, e também a questão de pensar em tudo que tu quer na tua vida em tão pouco tempo - e tendo que colocar no papel.

O segundo momento foi sobre customização, ou algo assim. Customização de acessórios acho que seria mais exato. No início foi uma baita bagunça, tanto de material (um monte de pedrarias pra cá, zilhões de fitas pra lá, uns tecidos no chão). Depois da bagunça inicial, aquilo piorou, ficou mais bagunçado ainda, er. Mas foi legal, sei lá, eu gosto dessas coisas de ~faça você mesmo~. O que eu fiz foi um colar (não sei se é exatamente um colar, mas enfim, é parecido com um).

Um colar (?) feito de feltro, tule, pedrinhas aloca e fita mimosa. Um amor né (ou não)

Enfim (note que eu adoro falar "enfim" pra tudo), foi nisso que deu o workshop de customização. Depois teve um de criação de blogs, mas prefiro não comentar a respeito (não gostei u.u).

Fui pra parada do Centro correndo. Peguei o primeiro ônibus que quase chegasse em casa e corri, de novo, até em casa. Toda essa correria por dois motivos: primeiro, porque logo em seguida eu tinha aula. Segundo, eu tava morrendo de fome.

E não tinha nada de bom pra comer em casa. Mas tudo bem né, quando se tá atrasado meio se que esquece desses detalhes né? Fome, vontade de ir ao banheiro, os materiais pra aula, o livro que dá devendo pra biblioteca há uma semana e tal. Só se liga dessas coisas quando chega no lugar.

Acontece que o mais frustrante de tudo foi chegar na aula e ainda não ter aula. Digo, cheguei correndo em casa, saí correndo de casa, cheguei correndo na faculdade pra correr pra sala de aula e ver que a professora não chegou. Tudo bem, tudo bem, é só esperar. 19h30. 20h00. 20h30. Mano, cadê professora? E eis que surge a professora na sala. Era dia de entregar as provas, e a indignação veio de presente. Tipo, a prova valia 6, eu tirei 4 (eca). E o pior não foi isso: a prova, que valia 6 e tirei 4, precisava de mais um complemento, algo tipo um trabalho né, pra chegar a nota 10 (olha que inteligência a minha, 6+4 = 10). Acontece que a professora nem tinha recolhido o trabalho que tinha passado outro dia, como é que ela poderia já lançar as notas, COMO? Sei lá. Acho que ela (a professora) bebe antes de vir para a aula. E depois que sai da aula. E talvez ainda durante a aula, só que sem os alunos perceberem (essa é a única explicação que encontrei até agora).

Aí, ainda indignada, fui (junto com o resto da turma, todos indignados por sinal) falar com a senhora professora doutora sobre a nota. E sim, era essa mesmo a nota que ela tinha lançado, mas que iria ajustar depois que entregássemos o resto dos trabalhos. Bem melhor assim, mas pra que assustar, fessôra?

Game of Thrones em violino

1 de maio de 2012
Acho que nunca comentei aqui (acho não, tenho certeza) que eu to apaixonada pela série Game of Thrones. Vi  toda a primeira temporada, começando ano passado e me arrastando até o início desse ano pra assistir (sendo que são só dez episódios - preguiça, cof cof), e agora venho acompanhando bem certinho a segunda temporada. GoT é aquele tipo de coisa que tu PRECISA saber mais, então a paixão é justificada.

Mas não é (ainda) uma paixão completa, avassaladora (digdin). Ainda não tive a oportunidade de ler os livros, e ler em e-book está quase fora de cogitação, porque os livros são gigantes demais e também porque eu quero tê-los em mãos, oras. Enfim, eu acabei encontrando esse vídeo do tema de abertura da série:


Quando encontrei esse vídeo eu estava procurando sobre violinos, influenciada pelo livro da Anne Rice - Violino (é muito bom, leiam) e também estava toda maravilhada pela performance da violinista Lindsey Stirling. Aí nas pesquisas achei esse vídeo. Fiquei encantada. Vontade de apertar o botãozinho de replay várias vezes é o que não falta, rs.

*abertura original da série aqui
 

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