Preciso de despertador explosivo

30 de agosto de 2011

Mini conversa entre eu e a Natalia ontem à noite que deveria ter me alertado para não confiar nela em me acordar:
— Marina, hoje não é terça?
— Claro que não né, é segunda.
— Tá.
— Hey.
— Que?
— A gente ainda tá em agosto né?
— Sim (?)
— Ah, ainda bem.
Somos duas coisas desorientadas, é nítido. Mas não precisava ser tanto né? Eu pedi ontem, antes de dormir, que a Natalia me acordasse quando ela fosse também se acordar para ir para a aula, porque eu tinha dito que iria numa palestra no Senac junto com a Dily, minha amiga linda que vejo agora de vez em nunca e que to morrendo de saudade. Então fui deitar bem feliz esperando que ela (minha irmã) fosse REALMENTE fazer isso. Não consegui dormir logo de cara, fiquei enrolando na cama, mas tudo bem, tudo bem, coloquei também o despertador. Só que eu não me liguei que eu não ouço mais o despertador desde o final do ano passado porque eu não PRECISO mais ouvir despertador nenhum (mas mesmo assim deixo tocar todos os dias às 7 da manhã, na esperança de que eu me acorde e faça algo útil logo cedo). Meus ouvidos, desacostumados, não ouviram nada, como era de se esperar, mas eu não esperava que minha irmãzinha linda (beijo pra ti se ler) não fosse me acordar, ou pelo menos me balançar até a morte.

Mas aí tu se pergunta, caro leitor, "mas então, o que aconteceu?". Que se resolva o ~mistério. Eu acordei 9:11h (o combinado era de eu estar lá às 9:00h) com a Dily me ligando me perguntando se eu ia, e bom, não fui. Por que, meu Deus, por que eu não consigo nem me levantar para ir numa coisa que pareceria simples? Estou precisando de uma iluminação, oh.

Não, to precisando de um despertador que puxe as cobertas e grite ao mesmo tempo. Ou que se exploda (junto comigo).

Caiu o mundo, mas não ouvi a chuva

29 de agosto de 2011

Hoje de noite (madrugada) acordei assustada. Assustada porque parecia que a minha casa iria desabar, ou pelo menos então o teto que estava sobre a minha cabeça descer e me matar ainda quando todos dormiam. Eu costumo dormir bem à noite, mas tenho o sono leve, me acordo com qualquer barulho ou coisa que se mexa. Não estava chovendo até onde eu sei (porque na verdade não sei, eu estava dormindo, mas acho que mesmo quando dormimos sabemos se está chovendo ou não, não é?). Então, na minha consciência (ou poderia dizer meu sonho) não estava chovendo. De repente super do nada algo começou a pipocar no teto (telhado na verdade, mas a impressão que eu tinha era de estar no teto), algo que não sabia o que poderia ser. Tudo bem, eu pensei, eu estou dentro de casa e nada vai me acontecer. Voltei a dormir bem feliz. O barulho começou de novo, e mais forte, e meu Deus, o que tá acontecendo que eu não sei? (quando eu estou sozinha costumo ficar bem dramática). Pensei então na coisa mais sensata a se fazer naquela hora: me tapei completamente com as cobertas, coloquei o travesseiro de modo que tapasse meus ouvidos e dormi. Dormi até acordar de manhãzinha e me dizerem que foi apenas uma chuva de granizo. Ok, ok. Mas estou achando que somente caiu o granizo, porque chuva, onde você estava?

Deixarei a pergunta em aberto pro Além me responder. E oh céus, o frio voltou. Quer dizer, não que ele tenha abandonado totalmente, mas no fim de semana estava tão bom. E agora vem frio, vem chuva, vem tempestade, vem qualquer coisa que me faça tremer e não querer sair de casa. Antes eu amava inverno, mas agora estou revendo a minha opinião. Mas aposto que quando chegar o verão eu amarei o frio novamente.

ps.: aí você se pergunta, porque uma imagem tão grande para uma texto tão pequeno? Simples, achei essas coisas redondas de capa e guarda-chuva muito fofos, rs.

Como minha irmã é fofa

28 de agosto de 2011
Outro dia eu e minha irmã, que não estávamos fazendo nada, resolvemos ouvir música no celular dela. A criatura disse que tinha colocado músicas da B5, e né, eu fiquei ouvindo, para saber como que era. (nota: se você conhece somente a música Três porquinhos deles, tudo bem, porque é só isso que eu conhecia até então). Ela me mostrou uma música então que, segundo ela, é TOTALMENTE a minha cara, que nossa, quando ela ouve se lembra de mim (mas que irônico isso, ouvir uma música para lembrar da própria irmã. Lembrarei disso no futuro). Eis a dona música (o vídeo é ruim, eu sei):

Posso estar despreocupado
Andando sem pensar
Vivendo desligado
O que importa é o mundo girar
Sou um tanto reservado
O que se passa nunca vai me afetar
Ando sempre ao meu lado
Serei assim até tudo acabar
Me sinto só mas eu vou indo
Esperando a noite chegar
E o amanhã vem vindo
Não tenho nada pra me preocupar
Longe do sol eu vou seguindo
Não sinto falta de ninguém
Prefiro estar sozinho
Porque assim está tudo bem
It´s all rigth
 A música deixa a desejar, mas a letra tem (um pouco) a ver comigo. Acho que ela se lembra(?) de mim com ela porque eu sou antissocial, mas nem é pra tanto quanto fala a música "Não sinto falta de ninguém / Prefiro estar sozinho / Porque assim está tudo bem". Eu gosto de pessoas a minha volta, só não sei expressar isso muito bem, rs. E tomara que minha irmã não me esqueça quando não se lembrar mais que essa música existe.

Legal que B5 acabou em 2009, e ela incluiu na lista de "bandas novas". Alguém atualiza ela, por favor?

Atualizando histórico cultural

27 de agosto de 2011

Recém acabei de ver "Submarine". Vi esse filme em tantas partes que nem sei se entendi muito bem, mas do que entendi, achei um pouco sem graça. Talvez porque seja muito parado. Mas enfim, não sei ser crítica nessas coisas, assumo. Primeira parte do filme vi com minha irmã. Não estávamos lá muito a fim de ver ele, mas como era o único legendado que tinha para ver, acabamos por assisti-lo. Não deu para ver todo porque tivemos que sair depois, só não me recordo onde. Depois de alguns dias somente com parte do filme visto, resolvi assistir sozinha. Mas vi no máximo mais vinte minutos porque eu tive que sair correndo para ir para a aula (como todos os dias, quase sempre me atraso). As duas partes do filme ficaram rolando mais alguns dias até que hoje eu resolvi ver o resto. Bom, é a história de um adolescente normal, com medo de que seus pais se separem e é apaixonado por uma guria da escola. Basicamente esse é todo o filme, sem mais.

Também acabei esses dias de ler "Eu era uma adolescente encanada", de Ros Asquith. É como se fosse um manual de "encanações" (igual preocupações, atualizando gírias dos anos 90) para adolescentes. É todo em ordem alfabética, e tem pouca história em si. É divertido, mas não é tuuudo aquilo. Hm, também comecei a ler o primeiro livro da série Percy Jackson e os olimpianos — o que me faz lembrar que tenho que terminar de ler os do Harry Potter. É infanto juvenil, eu sei, mas é divertido então eu não me importo. E até mesmo porque preciso para essa semana fazer uma resenha de um livro qualquer, então pegarei de um bem fácil.

Bom, tenho que procurar mais coisa para ver e mais livro (bom) para ler, senão minha mente vai atrofiando aos pouquinhos. E olha que isso nem é difícil. Dicas são sempre bem-vindas.

Aquele sorriso pela manhã


Hoje acordei feliz, acordei de boa na lagoa. Não me aconteceu nada de especial, mas logo cedo me cobri com um sorriso (que não sei de onde veio) e levantei da cama. Dei bom dia para minha mãe, para meu pai, até para o casal de calopsitas, tão dorminhocos, que ainda sonhavam quando eu balancei de leve a gaiola. Não tomei café da manhã porque acordei tarde demais, e como minha mãe sempre fala (e nisso eu concordo) depois não tem espaço para o almoço. Detalhe que percebi: quanto mais o tempo passa, mais eu concordo com o que minha mãe (ou pai) me falam. Talvez estejam certos quando dizem que só vamos entender realmente as coisas quando crescermos. Bom, mas para isso ainda tenho um pouco de tempo de erros pela frente.

Acho que a alegria matinal (pelo menos a minha) é um pouco repentina e passageira, que logo dá mas já passa. Geralmente quando passo a noite acordada pensando em mudar o mundo quando acordar, acabo realmente acordando com aquela vontade de transformar tudo. Mas isso quase sempre dura no máximo uns dez minutos. Depois vem o sono pós-acordar junto com a preguiça de levantar as cobertas e o friozinho,  que me faz persistir na cama e colocar por água abaixo todos os planos anteriores. Ah se não fosse a senhora Preguiça. Talvez também a Preguiça é que me vai tirando essa empolgação que vem para mim logo cedo, mas de forma bem lenta durante o dia, assim como ela é.

Apesar de não conseguir ficar "animada" o resto do dia como quando recém acordo empolgada, ainda carrego esse sorriso por mais um bom tempo, até que eu encontre outra empolgação para me fazer sorrir. E assim se procede a (minha) Vida.

É por você, felino, o meu amor

26 de agosto de 2011

Declaro aqui meu amor incondicional por gatos. Sim, por gatos. Confesso que sou loucamente apaixonada por essas coisinhas peludas e que dominam nossa mente sem que vejamos, essas coisinhas lindas que mandam na gente, essas coisinhas que nos arranham loucamente mas são tão fofinhos fazendo isso que deixamos nossas mãos à  mercê de seus dentes/unhas mesmo assim. Ah, mas que fofurinhas. E quando vemos, já estamos totalmente dominados. Bom, pelo menos posso dizer isso de mim.

Eu sempre gostei de bichinhos, insetos (os que tem veneno e picam não), bom, animais em geral. Mas felinos sempre foram o meu forte. Já que não posso ter um leão dentro de casa, posso então babar por gatos, que estão mais no meu alcance, sabe. A maioria das pessoas costuma afirmar que o cachorro, e somente ele, é capaz de ser o "melhor amigo do homem", que não há mais animais que possam assumir esse papel. Nisso os gatos (e outros tantos bichinhos) ficam um tanto escondidos nessa história de ser companheiro de seus donos. Mas credo, não pode ser assim, onde estão os direitos iguais, cadê?

Enfim, estou precisando de um gatinho para amar e cuidar. Tratar comigo mesma.

Diálogo existencial

25 de agosto de 2011

Uma conversa meio tosca, por assim dizer, com a minha Vida. Ah, tão adorável Vida.
— Olha, Vida, só não digo que tu tá um lixo, porque lixo ainda dá pra reciclar e fazer alguma coisa útil, coisa que de longe tu não é.
— (Vida) Mas eu fosse lixo orgânico, o que faria?
— Af Vida, além de inútil é burra. Lixo orgânico dá pra fazer adubo, dã.
— Ah tá. Mas adubo dá pra fazer com merda também, não é?
— Chata, burra e desagradável. Então tá bom. Se quer ser uma merda também, que seja.
— Porque tu é tão chata comigo, hein?
— Eu gosto de encher o saco de quem eu amo. E né, eu não vivo sem você, Vida.
Mas que linda declaração a minha para a Vida, não é? Ai, ai. Como isso aqui dentro tá uma bagunça. Gente vai, gente vem, e nisso acabam nem notando que um furação é muito fácil de ser feito quando tudo que se tem é leve demais para voar por aí e me deixar confusa. Acho que vou acabar assistindo essa tempestade do lado de fora, um pouco longe de tudo. Talvez só como espectadora da minha Vida eu possa até rir de mim mesma, não é?

Diga como me vês, amor

20 de agosto de 2011

Se tem uma coisa que eu fico pensando quando não tenho nada o que fazer (quase sempre, posso dizer) é ficar imaginando como as pessoas me enxergam, que imagem passo ou, então, o que sou na vida delas. Tem muita pessoa que eu converso e acho legal, mas se fosse "classificar" em algo, diria (para mim mesma somente, odeio classificar pessoas para os outros) Ah, não passa de conhecido. No entanto, tem aquelas pessoas que, mesmo que eu mal tenha conversado ou nem tenha intimidade para isso, dá vontade de quase gritar Quer ser meu amigo? Talvez seja defeito meu, mas tenho o costume de achar que as pessoas sempre vão pensar da mesma maneira que eu. Se eu classifico as pessoas, é claro que também classificarão. Mas não é muito isso que me ocupa o tempo, afinal, não precisamos pensar muito para saber o que achamos de cada pessoa, é algo meio automático. O que realmente faz minha mente trabalhar (ou parar) é ficar imaginando o que sou pros outros, se é que tenho alguma importância, se sentem minha falta. Também passo um considerável tempo tentando descobrir o que sou na vida de cada pessoa. Ou o que poderia ser, quem sabe.
— Hey amor, quem eu sou?
— A pessoa que tá do meu lado agora perguntando quem é, ora.
— Não é isso, besta. Estou falando do que eu sou na tua vida.
— Ah. Responde tu primeiro, fica mais fácil pra eu responder depois, rá.
— Hm, tá bom. Te vejo como se fosse meu namorado que nem sabe que estou te namorando faz tempo.
— E eu te vejo como o Amor da minha vida que por algum motivo ainda não está na minha vida.
— *abraço* Viu? Nem foi difícil responder, coisa. 
 Outra coisa que me ocupa a mente é ficar imaginando diálogos que não existem.

Análise das minhas listas

19 de agosto de 2011
Certo dia desses, eu acordei empolgada com a vida e cheia de motivação para tudo quanto era coisa. Estava realmente decidida: vou mudar. Levantei, liguei o computador e listei todas as coisas que estavam na minha mente no momento, coisas que eu queria mudar, ou então, começar a fazer (postei isso no Tumblr). Tudo muito lindo e motivante, mas quem diz que fiz algo? Quer dizer, algumas coisas até que me valeram, mas foi somente fogo de palha. Vou colocar aqui as "metas", com as devidas observações:

  • Organizar meu quarto — fiz;
  • Organizar minha mochila — fiz;
  • Organizar as pastas do meu computador — mas nem pensei nisso;
  • E as músicas também — pffff, continua mesma coisa de sempre;
  • Prestar mais atenção às aulas — isso de fato tá acontecendo, milagre;
  • Copiar tudo que for necessário — e também to anotando, milagre (+1);
  • Não copiar as coisas em cadernos errados — nesse ponto da lista já me sinto vitoriosa;
  • E nem esquecer o estojo em casa — oh god, já esqueci em casa umas 3 vezes desde que começaram as aulas;
  • Ler pelo menos os livros recomendados de Fotografia — nem sei quais que tem que ler;
  • Ler todos os livros possíveis (só pra parecer que sou inteligente) — eu pego todos os livros possíveis, mas ler que é bom, nada;
  • Ok, não ler tanto livro adolescente — é a única coisa que tenho feito na vida;
  • Terminar de assistir todos os "Star Wars" sem dormir — eu só achei o dvd, não vi mais nada;
  • Terminar de ler "O Diário de Bridget Jones" até sexta — não li até a sexta que tava ali, mas consegui terminar de ler;
  • Continuar baixando "The Big Bang Theory" — baixei mais alguns e desisti;
  • Baixar mais alguma série — nops;
  • Talvez aceitar a ideia de que não preciso de pessoas para sobreviver — sou a criatura mais dependente desse mundo, não dá;
  • Ver que a frase acima está errada — ainda bem;
  • Escrever mais e mais e mais — isso de certa forma tá acontecendo, não significando que tenham qualidade, é claro;
  • E não ter preguiça para isso — até que não estou tendo no momento;
  • (...)* — as reticências foram pra bonito;
  • Começar a me levantar mais cedo — olha eu contando piada na minha lista, credo :'D;
  • Diminuir meu banho em 15 minutos, pelo menos — não sei quanto eu diminuí meu tempo, mas to sendo mais rápida;
  • Não queimar mais a carne, quando minha mãe me deixa cuidando do almoço — nunca mais fiz almoço;
  • Aliás, tenho que aprender a cozinhar — seria uma boa né?;
  • Perder menos tempo fazendo listas — mas listas são tão legais ): ;
  • Fazer um layout superlindoseduzente para o blog — olha, eu não fiz esse, mas achei perfeito;
  • Desistir daquelas coisas que só-eu-sei-o-que-é — nem sei do que eu to falando;
  • Começar a desenhar com a tablet — nops;
  • Aprender a mexer no Flash, sem a ajuda da minha irmã — nops meeesmo;
  • Não tomar mais Coca Cola quando a minha garganta estiver doendo e estiver fazendo -10 ºC lá fora. — no mesmo dia que escrevi isso tomei Coca com a garganta toda ruim.
Meu Deus, não fiz metade. Mas de qualquer forma (anota: tenho que parar de escrever "de qualquer forma", é vício), isso já foi um grande avanço, porque se eu for analisar listas que eu tenho feito durante a minha vida, se fiz 10% do que escrevi é MUITO. E ainda bem que não fiz o que geralmente escrevia, cof cof. 

Onde está a minha qualidade em livros?


Hoje eu tava pensando cá com meus botões: devo parar de ler tanto livro adolescente. Tanto livro por aí bom dando bandeira e gritando "me leia, me leia! não me julgue pela capa, por favor ):", e eu aqui justamente escolhendo livros pela capa mais bonita. Mas sei lá, é mais forte que eu, não adianta. Eu tento dar uma melhorada na minha pseudo-cultura de livros (?), mas sempre que começo a ler algo que pareça ser bom eu desisto na metade, quando não é ainda nas primeiras páginas. Oh, credo.

Acho que meu destino está fadado a eu eternamente ler livros infanto-juvenis, da década de 90, sobre gurias (ou mulheres) que entram em crise por não ter ninguém ao lado, quando chegam a determinada idade. O pior é que eu fico com isso na cabeça, pensando como vai ser minha vida quando eu tiver trinta anos, e pensando se eu vou também surtar como elas caso eu não tenha ninguém.

Ok, pensar nisso logo agora, que recém tenho 18 anos e, suponho eu, uma longa vida pela frente se torna meio idiota, mas né, só estou adiantando uma preocupação que terei daqui alguns anos. Assim como eu penso sobre como o aquecimento global vai me afetar e como terei que cuidar dos cabelos. Mas essa é uma discussão à parte.

Bom, sendo o livro bom ou não, de qualquer forma sempre gostei de ler. Sempre gostei de ficar tempo dentro de uma biblioteca, nem que fosse somente para ficar vendo os títulos e lendo as abas dos livros. Eu acho que livros são um perfeito investimento, e se eu pudesse, teria uma biblioteca só para mim. Aliás, livros são ótimos em várias ocasiões: não tem o que fazer? leia um livro. Vai viajar? leia um livro. Quer parecer inteligente pros outros? Leia livros e mostre que está lendo. Não sabe o que dar de presente? Dê um livro (bom e de acordo com o gosto da pessoa, por favor). É muito perfeito.

Moral de toda essa história: me dê livros de presente.

Nota sobre meu cabelo:

18 de agosto de 2011
Por favor meu Deus, que nunca mais faça dias chuvosos ou úmidos. Grata desde já.
Explicando: meu cabelo é fino e originalmente cacheado/ondulado. Então quando é dia úmido meu cabelo fica todo ruim. Quando ele era gigante não era problema, até pelo contrário, eu gostava, porque ficava com os cachinhos tão definidos e e bunitinhos*. Mas né, desde que eu cortei meu cabelo curto/quase careca não posso dizer o mesmo, porque tenho que ficar secando ele sempre com o secador e domando a mini juba com a chapinha. Então imagina só, o calor dessas duas coisas no meu cabelo + fator umidade = cabelo na altura do teto (imagine uma vassoura de ponta-cabeça).
Por esse e tantos outros motivos acho que deixarei crescer então meu cabelo. É tão mais fácil ter um cabelo comprido, que se controla por si só, não precisa ficar secando loucamente e nem ficar olhando toda hora no espelho para ver se os dois lados estão “iguais”. Se bem que eu mudo de ideia tão fácil que é bem capaz de eu ver um cabelo curto legal e cortar novamente, super vida loca.
ps.: eu usei nove vezes a palavra “cabelo” (dez com essa). Tudo bem, eu tava falando sobre isso, mas tenho que parar de ser repetitiva.
*: Eu sei que se escreve “bonitinho” com “o”, não com “u”, como eu sempre escrevo. Mas é que fica tão mais bunito assim.

09 de agosto de 2011

9 de agosto de 2011
Tarde — Olha, não tenho escrito mais nada. Eu fico naquela de "ah, será que eu escrevo aqui ou escrevo no caderno?", e acabo não escrevendo em nenhum dos dois. Eu sempre quis ter um diário, mas que fosse realmente d i á r i o, sabe, que eu não me esquecesse ou tivesse preguiça de escrever nele. Mas acontece o de sempre: eu me empolgo, escrevo um dia e todos os 364 outros ficam de lado. Eu tava olhando meus cadernos de ~anotações ontem, metade deles tinha "atualizações" anuais. Como assim? Como minha empolgação consegue passar tão rápido? Tem coisas que não se explicam, que não dá pra entender. 
Para isso, tentarei fazer aqui como faço com meus cadernos. Apenas coloco a data e escrevo, pronto. E espero que eu continue com isso né.

Bem vindo, Agosto

1 de agosto de 2011


Amanhã é dia primeiro de Agosto, primeiro dia de aula pós férias, e parando para pensar nesse tempo que tive, foi uma real perca de tempo. Não fiz nada, praticamente fiquei em casa todos os dias. O Tempo também se arrastou, não fez questão de passar um pouco mais rápido para eu voltar a "grande" rotina de sempre. Apenas os dias se seguiram e nada aconteceu. 

Bom, e quanto as aulas, espero que seja legal. Nem digo divertido, porque não é isso que estou esperando para esse trimestre, mas enfim. Quero ver se presto atenção.

Não tenho muito a dizer, só espero que Agosto seja bom.

 

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