Fim de semana nos mato

28 de junho de 2011
Final de semana passado eu viajei. Eu escreveria sobre ainda domingo, mas preguiça bateu. Mentira, nem tem o que falar. Passei quase todo tempo dentro de casa, fosse ela qual fosse, perto de um fogão à lenha; todas casas têm fogão à lenha. Mas isso porque estava muito frio, impossível de dar um passo fora da casa. Ou eu morria congelada, ou morria afogada — na lama. Se fosse verão eu pelo menos sairia de casa, caminharia até onde não tivesse mato (ou até o ponto "daqui em diante não vou senão me perco"). Obviamente não faria nenhuma aventura, nem tentaria me matar como quando pequena, apenas ficaria cercando a casa, mas né. Era frio e me enjaulei, pronto.

Hm, lá eu recuperei meu caderno de anotações, que eu tinha esquecido ano passado lá na casa da minha madrinha. Aí nisso eu comecei a ler o que tava escrito, e vi que ano passado eu fiz minhas observações sobre as cidades que eu nunca sei o nome pra onde eu vou. Aqui vai o que tava escrito:

"Quando se vai para o interior (serra) tu percebe que:
*nenhuma casa tem portão/grade ou qualquer outra coisa que signifique segurança;
*há uma igreja, um banco, um mercado;
*policiais revistam cachorros para terem o que fazer;
*centro da cidade = rua principal;
*de cada 10 casas, 10 tem fogão à lenha;
*as pessoas não usam térmicas para o chimarrão. Há sempre uma chaleira no fogão à lenha;
*não é preciso aquecedores, há fogões à lenha;
*não adianta tu dizer que tá cheio/ não consegue comer mais nada/ vai explodir. Tu vai ter que comer o que te oferecem;
*se não comer o que te oferecem, acharão que tu não gostou de NADA;
*todo mundo curte o mesmo tipo de música, seja lá qual for;
*o céu tem mais estrelas, fato;
*verde é a cor predominante;
*tu consegue ver vagalumes;
*vacas atravessando teu caminho é muito normal;
*as pessoas não sentem frio;
*as pessoas se conhecem pelo sobrenome ou "pertencente" à alguém, tipo: "filho de Fulanotto, casado com uma Ciclanolli"."

Devo acrescentar mais uma coisa: todo mundo, não importa quem seja, não importa se te conhece ou não, perguntará eternamente "E os namorado?". Triste, muito triste.

O céu sob meus pés

19 de junho de 2011
Hoje foi um daqueles agradáveis domingos que aparecem na sessão da tarde, com filmes de cachorro. Eu deveria ter saído para fazer trabalho da faculdade mas, devido uns imprevistos, acabamos deixando pra fazer o que devíamos ter feito hoje para outro dia.  Acho que a preguiça deve ter alguma culpa nessa história, mas não citemos ela.

Incrivelmente acordei cedo, mesmo sendo um domingo, mesmo não tendo o que fazer (depois de saber que não faria mais o trabalho, é claro). Arrumei meu quarto, o que também é espantoso, e de tarde saí com minha irmã. Tínhamos a ideia de fazer algum vídeo, sei lá o porquê. Só sei que nos arrumamos (entenda "arrumar" como tirar o pijama e colocar uma roupa socialmente aceitável para sair de casa) e fomos direto na pracinha que tem em frente a nossa casa. Passamos muito tempo se balançando, naquela coisa de tentar andar no mesmo ritmo. Acho que quase caímos do balanço várias vezes por causa das mini comemorações que fizemos toda vez que a gente se alinhava. Isso é meio idiota. Eu me torno totalmente idiota quando estou com minha irmã, mas é assim que eu sou quando estou sendo apenas eu, e é difícil eu dividir esse meu lado com alguém.

Essa coisa de ficar se balançando me lembra quando eu era pequena, quando eu nem sabia me embalar. Minha mãe ficava falando "abre e fecha" e eu repetia esticando e encolhendo as pernas. Também lembra, e isso eu não tão pequena assim, que eu ficava tentando encostar meus pés nos galhos de uma árvore mais baixos (agora essa árvore é apenas um tronco raso). Claro que eu não alcançava, ficava bem acima. Mas eu jurava que eu iria conseguir, aí eu inclinava meu corpo bem para trás, quase de ponta cabeça na esperança de conseguir fazer isso. Não tinha motivos nenhum, era apenas divertido. Talvez não mais que pular de certa altura do balanço e sair correndo, sem cair ou rolar pela grama na queda.

Pra fechar meu dia com chave de ouro, tomei um banho de chuva quando voltava para casa. Estragou todo o meu cabelo, mas ah, quem se importa. Também acabamos nem gravando nada, acho que esquecemos que a câmera estava junto. Mas foi bom, foi um domingo bom.

Identidade emprestada

18 de junho de 2011
Recém uma amiga da minha irmã ligou aqui em casa, mas não era pra falar com a minha irmã. E sim comigo. Ela, que nem olha na minha cara (mais) e nem tenho contato vem e liga pra mim, coisa que aliás ninguém faz. Diria que isso é um tanto estranho. Tente só adivinhar o porquê. Ganhou uma bala quem disse que era pra pedir minha identidade pra poder entrar numa festa que ela já tinha convite e né, tadinha, ela ainda é de menor. Tudo isso só porque eu tenho dezoito anos. Ok, se eu quisesse muito ir em algo que fosse somente para maiores de idade eu faria o mesmo, mas mesmo assim eu fico meio receosa sabe. Tipo, ela tá usando MEU nome e minha cara (não que seja lá grandes coisas, mas é minha).

Aí nisso eu fico imaginando diversas (piores) situações que podem acontecer enquanto meu RG fica sob as ordens da guria. Uma hipotética situação:

" — Carteira de identidade, por favor.
  — Aqui.
 — Moça, essa carteira não é tua. Olha a cara de retardada da guria? Olha o cabelo dela, nossa. E sinceramente, tu não tem cara de quem se chama Marina. Vai aprender a roubar ou falsificar identidade com gente que entende do assunto.
  — M-mas...
  — Próximo da fila, por favor!"

Ok, isso é idiota. Mas vai que acontece? Nem deve ser difícil. Mas saiba que se você, guria que usará minha identidade emprestada, não cuidar bem dela, terá que se ver comigo. Sem mais.

Cabelo, cresça!

15 de junho de 2011
Se eu pudesse ter super poderes eu escolheria dois: o primeiro seria voar. Tento isso desde criança pulando de cima do guarda-roupa e caindo na cama com um guarda-chuva ou então tentando reunir meu Ki suficiente (como Dragon Ball, sabe?) pra poder sair por aí voando tri feliz (que fique claro que eu não pulo mais de cima do guarda roupa, tá?). O outro super poder que eu gostaria muito é o de fazer meu cabelo crescer quando eu quisesse. Magina só, não seria mágico isso? Talvez até mais que voar. Eu cortaria o cabelo como eu quisesse, sem culpa e nem medo de arrependimento e depois quando cansasse do que estivesse sobre meu cérebro seria só deixar crescer novamente de algum tamanho bom para poder cortar de novo, e de novo, e de novo. Sem falar que daria pra pintar das maneiras mais aloca possível e depois apareceria o cabelo lindo again.

Bem que poderia ser verdade. Mas do jeito que tá crescendo meu cabelo é bem provável eu já ter aprendido a voar e as crinas em questão não vão nem ter passado da altura dos ombros. Triste vida, meus caros. E o mais triste ainda é que agora nem posso por a culpa em ninguém, porque fui eu mesma que cortei o cabelo, sem dó nem piedade enquanto tava na praia. Não que eu esteja achando meu cabelo horrível e insuportável ou qualquer coisa assim. Mas é que fica difícil ter cabelo curto no frio. E além do mais ele não fica arrumado do nada como quando eu tinha o cabelo comprido (entenda por quase na cintura), que era só deixar secar sozinho que já tava lindo. Agora tenho que fazer um milhão de coisas pra fazer meu cabelinho parecer decente. Oh vida.

Bom, enquanto eu não consigo meus super poderes fico aqui lamentando a falta deles.

Mais filme e joguinhos de Flash

E adivinhem só o que foi a minha aula hoje, galerinha. Acertou quem disse filme *joga recompensa*. O filme hoje foi "O quarto poder" (o nome original é Mad City. Eu nunca entendo de onde tiram essas coisas aportuguesadas(?).) e né, tava legal até chegar àquele (tem crase?) final sem graça. Mas tudo bem. Tenho que amar esse filme pelo menos até semana que vem, que terá prova baseado nisso. Acho eu.


A Wikipedia (linda Wikipedia que me ajuda sempre, sua linda vemk) diz quase nada sobre o filme: "quarto poder é uma expressão criada para qualificar, de modo livre, o poder dos media ou do jornalismo em alusão aos outros três poderes típicos do Estado democrático. Esta expressão refere-se ao poder dos media quanto a sua capacidade de manipular a opinião pública, a ponto de ditar regras de comportamento, influenciar as escolhas dos indivíduos e, por fim, da própria sociedade. (...)." Não disse nada com nada, mas tudo bem.

Aí, voltei pra casa e minha irmã (Natalia, prazer) tava até agora assistindo vídeo-aulas diretamente do YouTube sobre tutoriais pra fazer jogos em Flash (sim, aqueles mesmos joguinhos de publicidade, sabe? aqueles que ficam irritando quando passa mouse em cima, com som e mais qualquer coisa irritante que te faça fechar a página). O legal é que esses tutoriais geralmente são feitos por gurizinhos de 13 anos que não saem da frente do computador atualizando Orkut. Nada contra (mentira). Nisso eu e ela tivemos a brilhante ideia de fazer um joguinho muito legal. Fazer todos os nossos amiguinhos, aí à medida que atiramos eles morrem e ganhamos pontos, yuppie. Olha só que legal: poderíamos escolher quem matar antes ou depois. O amor é tão lindo.

Eu nunca sei como finalizar um post. Ficaria legal se toda vez que eu falasse algo depois no último parágrafo eu fizesse meio que um resumo e tirasse uma conclusão, tipo dissertação só que mais descontraído(?), mas pra que né essas frescuras. Então, boa noite.

Tardes frias

14 de junho de 2011
Pois bem. Passo a tarde de pijama, toda encolhida e com a manta enrolada até as orelhas por causa do frio. Preguiça de me vestir "normal" e colocar mais casaco, deixa assim como está que tá bom.

Faz duas semanas que estou prometendo pintar as minhas unhas, de qualquer cor, de qualquer jeito. Mas pintar. Tipo, já é tempo demais que elas estão expostas à claridade do dia. Tá frio e vou cobri-las com esmalte. Não sei quando, mas vou. Depois, se eu não tiver preguiça é claro, farei. Só me resta saber onde estão os esmaltes que eu gosto, porque né, tudo aqui em casa some. 

Realmente tudo some aqui. E também aparece coisas do nada. Eu até tento ser organizada, deixar tudo no mesmo lugar sempre (ok, essas tentativas são muitíssimo raras) mas não adianta. No outro dia tudo voltará ao normal, tudo estará perdido e eu não saberei mais onde está cada coisa. Mas o "mais bom" disso é que se acha também bastante coisa. Volta e meia aparecem alguns brinquedos escondidos em alguma caixa, algum pedaço de boneca em algum armário, alguma metade de joguinho que eu achava legal. Sim, não resta mais nada inteiro, eu e minha irmã éramos pestes natas, destruíamos qualquer coisa. Tão sem querer. 

Eu deveria arranjar algo pra fazer, ficar menos on nessas internets e menos off nessa minha vidinha. Mas antes deixa eu olhar meu Orkut e... brincadeira galerinha. 

Aleatório

13 de junho de 2011
Escrevo só por não ter o que fazer, deve ser isso. Que seja.

Bom, hoje minha aula foi basicamente ver filme. Sim, ver filme, como na quarta série. O estranho é que to na faculdade, mas tudo bem, isso é detalhe. O filme que foi passado foi (eu tenho que parar de repetir tantas palavras, isso não é legal *nota mental*) X-Men. Legendado. Só entendi o filme porque meu alemão e meu inglês são muito fluentes (mentira), porque né, aquela legenda maravilhosa toda sobreposta e vinda direta do Google Tradutor não tava muito entendível(?). Tipo, eu prefiro um milhão de vezes assistir um filme legendado do que dublado, parece que tem mais emoção. Mas só é legal quando se pode entender o que está escrito, oras professor. O mais legal é que terei que fazer anúncios de divulgação para este. Bora lá.

Hm, hoje, enquanto eu caminhava até a lotérica (sim gente, eu caminho), eu notei que quando eu ando, seja lá onde for, eu nunca presto atenção onde estou caminhando. Sabe quando se aciona algo no automático e deixa acontecer? É mais ou menos isso. Acho que isso é parecido com escrever (sente só as minhas comparações): tu não repara nas letras que está colocando no texto, apenas escreve, coloca isso no modo automático. Desde que faça sentido e te leve a (esqueci as regrinhas de crase, desculpa) algum lugar, tá bom. Quando caminho penso em tudo, menos no trajeto. Talvez pessoas me chamem a atenção, mas no máximo isso.

Eu acho que faço com minha vida algo parecido. Não presto atenção direito no que acontece (se é que acontece algo), apenas deixo no automático e continuo. Isso deve acontecer também com outras pessoas, acredito eu.

500 days of Summer com chocolate

12 de junho de 2011
Basicamente esse foi meu dia. Domingo. Dia dos namorados. E eu ali no sofá toda linda com minha irmã vendo filme (entenda a ironia no "toda linda", porque né, domingo a vontade de se arrumar ou qualquer coisa assim some totalmente). Talvez a escolha desse filme não tenha sido a melhor, afinal ele pode deixar qualquer um depressivo e meloso e choroso em pouquíssimo tempo. Mas eu aceito tudo isso porque acho esse filme perfeito.

"Mas porque você acha esse filme perfeito, Marina?"

Bom, há várias coisas que me fazem amar esse filme. Uma bem importante é: o Tom (Joseph Gordon-Levitt) e a Summer (Zooey Deschanel) são realmente uns lindos. Outra: todas as roupas, todo o cenário, tudo tão retrô e perfeito deixa mais fofo. Sem falar da trilha sonora toda linda.


Bom, o chocolate foi bem útil. Na verdade nem tinha mais em casa, então eu e a Natalia apostamos corrida até chegar na padaria e constatar (por nossa sorte) que a padaria estava de fato aberta. E eu me pergunto: porque uma padaria estaria aberta num domingo de tarde, ainda mais num semi-feriado? (nota: os donos da padaria são casados, ou seja, seria mais um motivo para não abrirem nesse dia) Mas né, não me interessa muito isso. O importante é que eu pude ter em mãos o alimento que me dá forças, a "comida" que me deixa feliz, quase meu alicerce. E aqui vai minha declaração para ti: Eu te amo, chocolate.

Falando em chocolate, isso me faz lembrar ano passado no dia dos namorados, que também me entupi de chocolate. Viu? chocolate não abandona nunca. E o melhor de tudo: dá pra comprar.

Muitas frases de uma história sem final,

(...) muitos dias sem sol e sal.

Passei um bom tempo ouvindo essa musiquinha enquanto minha querida irmã editava a animação e juntava as partes. Se eu não tiver decorado isso, eu não decoro mais nada nessa vida (link aqui da coisa, sei lá porque não consegui colocar o vídeo qq). É uma mistura (estou falando da animação) de GTA com qualquer outra coisa que repete muito. E só to falando isso porque minha irmã disse: "divulga, divulga *brilha os olhinhos*. Tá aí.

Propaganda fofa, ownt

9 de junho de 2011
Ontem eu vi nas internets essa propaganda da Vivo, para o dia dos namorados. Tipo, eu achei tão fofa e awn, porque não fizeram antes? Até que enfim mais uma publicidade decente. Eu ainda sou apaixonada pelo comercial do Serenata de Amor (demorei séculos pra encontrar a música de fundo, mas tudo bem), mas essa tá na minha lista de favoritos, junto com os da Coca-Cola. 
Próximo passo é fazer uma propaganda com a música Faroeste Caboclo. Tá, não precisa com essa.

Parênteses

8 de junho de 2011
(Sim, eu gosto de chuva. Realmente é muito bom. Mas há um porém: chuva é bom pra quem tá em casa, vendo sessão da tarde (mentira), comendo pipoca e agarrada em alguém (mentira também, sou forever alone). Chuva não é nem um pouco legal pra quem sai de casa. Melhor dizendo: Chuva não presta pra quem quer sair de casa, anotem.

Deixo aqui meu recado para os pingos/chuva/vento/umidade: cabelos odeiam vocês, odeiam do fundo do coraçãozinho. Porque? porque vocês, criaturas más e perversas que aparecem justamente quando devemos sair, vocês simplesmente fazem os cabelos esvoaçarem muito aloca, fazem os cabelos lisos ficarem cacheados, fazem os cabelos cacheados ficarem afros e assim por diante. Realmente fazem um mini-estrago em nossas vidas. OU SEJA, vocês (pingos/chuva/vento/umidade) poderiam aparecer só quando estamos em casa, vendo filme ou série né? Obrigada e beijos pra vocês, pingos/ chuva/ vento/ umidade.)

Chuva


"Mais um dia de chuva. Fico entre ouvir música ou ouvir o barulho da água. A chuva vence. eu gosto desses dias assim, que aparentemente não se tem nada para fazer, como se a chuva fosse um empecilho, porque, de certa forma, ela nos 'obriga' a pensar, nos faz querer  deitar num canto e ficar somente pensando, lembrando, e mais nada. Nos faz adormecer. E dormimos então, sem nos preocuparmos com nossos maiores desejos ou os mais temidos medos. Somente nos entregamos à trilha sonora que toca lá fora."

*escrevi isso faz tempo, resolvi postar.

Dia inútil + pendrive (quase) perdido

Hoje (entenda como 07/06, é que já passou da meia noite) foi mais um dia como todos os outros: inútil. Na verdade nem sei mais definir se um dia é "inútil" ou não, acho que todos se tornaram quase iguais. Eu tenho uma rotina e parece que a vida faz questão de segui-la fielmente. Acordo tarde, minha mãe se reclama por eu acordar tarde. Arrumo a cama (as vezes de manhã, as vezes quando vou dormir), ligo o computador, minha mãe reclama por eu viver no computador. Almoço, lavo a louça, minha mãe reclama por eu demorar pra lavar a louça. Não faço nada, volto pro computador, tomo banho. Minha mãe reclama por eu demorar no banho. Saio correndo pegar o ônibus que passa bem na frente da minha casa. As vezes consigo a façanha de perdê-lo. Faculdade. Voltar pra casa. Comer qualquer coisa, voltar pro computador, ou então dormir.

Pronto, já disse toda minha vida, é só mudar as datas.

Hm, tinha trabalho pra apresentar hoje, e eu tava com as fotos do trabalho no meu pendrive. Mas chego na Ulbra e cadê o maldito pendrive, cadê. Revirei tudo, aí cheguei na brilhante conclusão: PERDI. E perdi no ônibus, certo. O mais legal disso é que era "presente" da minha irmã, recém tinha me dado. Aí o que pensei: "Ah, vou comprar outro quando for no centro, ela nem vai notar que perdi", já tava tudo pronto em minha mente. Mas aí (adivinhe, adivinhe?) Marina tri feliz encontra o querido pendrive. Onde que tava? dentro do bolso do casaco. "Marina é retardada ou não é pessoal? todos gritam SIM". E assim acaba mais uma história sem graça de mim. Beijos na testa.

Frio

7 de junho de 2011

Amo esse clima de inverno (por incrível que pareça estamos ainda no outono, mesmo o tempo insistindo em querer mostrar o quão frio pode ser essa estação, também). As vezes é um pouco custoso ter que levantar das cobertas para sair, fazer algo fora do portão de casa, mas vale o esforço quando se tem alguém do outro lado esperando o teu abraço. Eu acho que eu tinha me esquecido o quanto isso é bom. Acho até que eu nunca soube o valor disso. Essa combinação de frio e calor de um abraço quentinho é uma daquelas coisas que me fazem sorrir do nada, quando não tenho o que fazer. E olha que são poucas as coisas que me fazem sorrir de verdade. Pode ser que eu esteja exagerando, não quero confundir nada. Mas que tudo isso está sendo bom, está.

Acho que tudo agora está tomando forma de sorriso na minha vida.

Olha só quem apareceu aqui

6 de junho de 2011
Pois é, resolvi fazer um Blogspot pra mim. Não que eu já não tivesse, mas a vontade de postar algo nele (e nem o que postar) não havia. Na verdade ainda não sei bem ao certo o que escrever aqui, afinal, não  tenho assunto, não tenho lá muitos conhecimentos e a preguiça (note que isso é uma coisa bem comum em mim) está presente e não me deixa pesquisar coisas interessantes. Pois bem. Já que não sei o que falar, falarei sobre o que mais ou menos sei: posso falar sobre mim. Ou então ao menos tentar, talvez seja essa a grande moral disso. Só sei que eu estava sentindo falta de escrever de um jeito mais sincero, mas não queria que isso tivesse "tantos" leitores. Pode ser que isso seja somente um diário pra mim, sem divulgação necessária. Pode ser que não.
 

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