Júpiter para seus ouvidos

23 de dezembro de 2011
Eu sempre fico pensando no que posso vir escrever aqui (e penso em muita coisa na verdade), mas chego e sento aqui e faço qualquer outra coisa que não seja escrever. Hoje é mais um dia desses. Preguicinha sempre ao meu lado, firme e forte.

Então vou postar algo que gosto. Júpiter Maçã. A intenção não é escrever biografia e nem falar da discografia e sua importância e tal (até mesmo porque eu não saberia te dizer isso), por isso fique à vontade com a senhora Wikipedia. Aqui embaixo selecionei as que mais gosto (e que não são incrivelmente tensas), e deixei com o player menor, pra não demorar taaanto assim para carregar e ficar tudo travando.




Não dá para ver direitinho os títulos, então digo na ordem (da esquerda pra direita, q): Modern Kid, A marchinha psicótica de Dr. Soup, Mademoiselle Marchand, Miss Lexotan. Ouça (:

(esse não foi o post mais animante do mundo, mas é porque eu não to lá aquelas coisas de animada também. Beijos na testa de quem ler)

Acho que são andorinhas

17 de dezembro de 2011
Outro dia, no final desse post, eu comentei que tinha morcegos na minha churrasqueira. Mas, tcharam!, não são morcegos. Eu (e meu pai) pensava que fossem morcegos os novos habitantes porque:

  • Fizeram ninho num lugar totalmente escuro;
  • Vimos um vulto preto lá dentro da churrasqueira, então é ÓBVIO que são morcegos, claro.

Mas, porém, contudo, todavia, eles não são. Descobrimos isso porque tivemos que tirar o ninhozinho muito bem feito deles para fazer churrasco pro aniversário da minha irmã. Tirando o ninho acabamos vendo as criaturinhas. De primeira ainda achávamos que eram morcegos, afinal, eram bichinhos pretos. Mas depois começamos a analisar os detalhes. E percebemos que se fosse morcego, seria um mutante. Porque:

  • Eles têm penas, morcegos têm pelugem ou algo assim (né, são mamíferos);
  • Não têm garras no final das asas, só asas comuns (?);
  • Tem bico, não boca (?);

A partir disso concluímos que fossem pássaros normais, não morcegos. Segunda discussão: que pássaros são esses então? Também não fazíamos a menor ideia, e eu fazia menos ideia ainda, porque não conheço espécie de ave nenhuma nem sei reconhece-las (exceto calopsitas, porque tenho duas em casa). Pensamos em filhote de urubu (sério). Mas aí me lembrei que vi uma vez na TV que filhotes de urubu tem a penugem branca, então não poderia ser. E a partir daí era sentar e esperar o que poderia ser.

Até que meu pai teve a brilhante ideia de pensar: Será que não são andorinhas? Pesquisei em ~le Google e vi imagens de filhotinhos iguais aos nossos. Se são realmente filhotes de andorinha, eu não sei. Mas eu to com vontade de cuidar desses passarinhos, awn. Vejam como são: 


Bom, não dá para ver melhor porque eles tavam muito no escurinho e a iluminação não ajudava (sem falar da câmera que não é lá aquelas coisas). Eu até fiz vídeo deles cantando gritando, mas ficou pior MUITO escuro, aí não é tão legal de ver, né). Enfim, bichinhos-ainda-indefinidos, se quiserem fiquem, vai ter bolo.

Hey pessoas!

15 de dezembro de 2011
Que esse blog tem postagens de vez em quando todos sabem e também não é de hoje. Maaas, dessa vez a falta de postagens tem um motivo: tá meio que me faltando tempo. SIM, acreditem. E quem fala é a mesma guria que há um tempo atrás não fazia absolutamente nada. To trabalhando, e nessas duas/três últimas semanas tinha prova e essas coisas de colégio (ops, faculdade). Ok, não estou TÃO escrava assim, digo, não ter tempo pra nada. O que acontece é que é minha irmã começou a fazer um curso *que eu gostaria de estar fazendo também (desenho de moda)*, e quando chega em casa à tardinha toma o computador só para ela u_u. Então além de faculdade e trabalho, minha irmã também é um motivo para tal afastamento. Aí com isso tá (tava) um pouquinho difícil de visitar le blogs e comentar (desculpa aí parceria).

Mas, para alegria de toda a humanidade, eu entrei de férias *-* (das aulas). Comemorem, pulem, eu sei que vocês estão felizes por mim *joga o cabelo*. Poderei me dedicar um pouquinho mais ao blog \o. Até breve galerinha.

Conheçam meus amores

9 de dezembro de 2011
Eu acho que já apresentei os meus bebês antes, mas não tem problema apresentar eles de novo não. São as coisinhas mais lindas desse mundo que me fazem sorrir toda manhã, sem me deixar de mau humor. Não posso falar muito senão vou babar no teclado. Vejam <3


Olha olha olha! Olha só que lindos meus amores *-*. O menininho que tem pseudo-chifres é o Pinky (de Pinky e o Cérebro, por parecerem dois ratinhos de laboratório, awn) — e é o meu. O outro é o Slartibartfast (quem leu O Guia sabe quem é) e é o da minha irmã. Modéstia à parte, o meu é melhor e mais inteligente e mais bonito. Mas o bebê da minha irmã ainda é gato, então é perfeito de qualquer jeito. 

Faz mais ou menos um mês que fiz esse vídeo, não fazia muito tempo que eu tinha ganho eles. Agora essas duas criaturinhas já tão bem maiorzinhas, mas ainda com carinha de neném. Sabe né, comida toda hora deixa qualquer criança bem grandinha (essa, meus amigos, é a intenção).

BIZARRICE MASTER: sabe o que de estranho aconteceu essa semana? descobri que tem morcegos aqui em casa, dentro da churrasqueira, com ninho, filhotinho e tudo. Pra cês verem como a gente faz churrasco loucamente aqui em casa. Se não incomodarem, vou continuar chorando pro meu pai pra não fazer nada e deixar a família Vamp feliz no seu Lar Doce Lar. Já que eu não pude ter dois leões quando pequena, um morcego seria legal*.

***Talvez eu esteja de brincs, eu não sei como morcegos se comportam, rs.

Olá, fim de ano

8 de dezembro de 2011

O finzinho do ano já tá aí. Como tudo passa rápido, não é? E parece que a cada ano o fim se aproxima cada vez mais rápido. 

Quando eu era pequena não era assim. 

Se bem que criança não tem muita noção de tempo. Eu pelo menos não tinha a menor noção. Eu me lembro que, devia ter uns sete anos, nem sei, estava atravessando a rua da frente da minha casa, voltando da escola. Então eu quis falar sobre a semana passada. Só que, ou eu não sabia o que era semana passada, ou não gostava mesmo do termo, porque eu sempre acabava falando ano que vem. Acho que porque soava mais bonito. Agora pra eu falar ano que vem parece um tanto pavoroso, as coisas deixaram de ser previsíveis como quando eu era menor.

Ou também eu perguntava para meus pais que dia era e ia na vizinha perguntar que dia era na casa dela, e ficava totalmente espantada porque os dias eram os mesmos. Eu devia ter problemas, acho.

Do que eu falava mesmo? Ah, sim. Fim de ano vem rápido. Mas eu não queria que fosse assim. Não queria porque, além de estar ficando mais velha, quanto mais o tempo passa mais longe fico dos meus amigos. Se algum de vocês está lendo, porque a gente não se vê? Sabe, eu sinto saudades, mesmo. E saudade aperta um pouquinho mais quando percebo que, mesmo sendo férias e podendo ter um pouquinho de tempo livre, o que mais fazemos é ter a preguiça e ficar sentado em casa, cada um em seu mundinho.

Ok. Isso é um desabafo. Mas é que pessoas importantes sempre fazem falta, não é verdade?

Conversa fora

5 de dezembro de 2011
Quando eu começo a escrever alguma coisa, mas geralmente os posts, eu não faço a mínima ideia do que posso escrever. Tá, as vezes até penso em algo meio prontinho, alguma coisa que já organizei na minha cabeça previamente para depois por no papel na tela. Mas, dessas vezes que eu planejo o que vou escrever, a única certeza que tenho é que não sairá nada do que pensei.

Nesse caso (nesse post, enfim), não planejei nada. Apenas comecei escrevendo dizendo que praticamente nunca não sei o que escrever, o que agora é muita verdade. Eu só escrevo para manter o hábito, não que seja uma obrigação comigo mesma ou com o blog. To nem aí pra essas coisas na verdade.

Bom, se isso é um post, que então eu escreva algo útil. Posso agradecer então. Então, meninas que fizeram parceria comigo, um muito obrigadão. Fiquei feliz com isso, espero que cada uma se ajude e coisa e tal (e tal e coisa ♪). Quando eu fiz isso daqui pensei em ser um blog meio ilhado, escrever para ninguém ler e tal (eu já usei "e tal", mas não me culpem). Esse deve ser um dos grandes motivos do nome "texto sem leitor". Ok, ok. Também devo dizer que o nome se deve a ter uma boa sonoridade, aí gostei e coloquei. Mas o primeiro motivo é mais forte que o segundo. Um outro agradecimento é à Nathi, que sei lá porque me fez voltar com o blog e que tem uma história linda com o amor dela a ser contada por aqui.

Não tenho muito o que falar, estou um pouco desanimada sem motivo nenhum. To na última (ou penúltima? nem lembro) semana de aula e não vejo a hora que acabe. Estou tentando planejar algumas coisas para passar o tempo nas férias, então se alguém tiver alguma dica (que não seja cara) eu fico bem feliz em recebê-la \o. Acho que é isso.

Isso é uma conversa, pois bem. Digo boa noite para quem ler. 

À luz de velas

1 de dezembro de 2011

Ontem eu dormi à luz de velas. Seria romântico se não fosse trágico. Não, nem se não fosse trágico seria romântico. Para ser romântico eu teria que no mínimo ter um par, coisa que infelizmente a vida está me adiando  e deixando para um futuro muito indeterminado. Mas enfim, dormi à luz de velas porque alguma coisa foi trágica, certo? Até aí acho que dá para perceber que faltou luz.

Pois então, faltou luz. Mas por que faltou a bendita luz? Darei uma resposta um tanto bíblica: foi o Apocalipse (não-zumbi), foi o Semi-Fim Dos Tempos, ou algo parecido. Para ser mais clara (coisa que geralmente não sou). O que aconteceu foi um temporal apocalíptico que começou do nada e destruiu tudo, e derrubou monte de árvores, e fez todo mundo achar que 2012 tinha chegado um pouco mais cedo, e que aqueles filmes de sessão da tarde estariam agora acontecendo com a gente que tava ali. Eu realmente senti medo, e olha que eu nem sinto medo com essas coisas. Eu poderia narrar agora o que aconteceu, mas ah, muita preguiça. Posso falar as consequências.

Consequência #1: como isso aconteceu às duas horas da tarde e, sendo um temporal, fez com que faltasse luz, não trabalhei a tarde toda, porque não tinha telefone para atender, não tinha computador para mexer, impressora para imprimir, luz para acender... essas coisas. Eu e a outra funcionária ficamos lindamente olhando para a parede e olhando os estragos que ocorreram.

Consequência #2: eu tinha me planejado para que, quando voltasse do trabalho, eu fosse correndo fazer o texto científico que eu teria que fazer para essa quinta. Adivinha só o que acontece: chego em casa e não tem luz. Tudo bem né. Vou para a faculdade e volto. E ainda não tem luz.

Consequência #3: de tarde, logo depois que saí do trabalho após a tragédia que não foi tanta tragédia para mim mas que me assustou um tanto, eu havia me planejado para fazer o trabalho quando eu voltasse da aula, já que não tinha conseguido fazer à tarde. Mas chego em casa e nada de luz. A menina inteligente aqui pensou em ver filme, mas depois se lembrou que tava sem luz. Então pensei em ver algum episódio do Guia, mas me lembrei que não poderia ligar o computador porque estava sem luz. Pensei em colocar meu celular carregar, que estava com a bateria pela metade, mas olha só, nem tinha luz.

Consequência #3: já não tendo absolutamente nada para fazer, me restou ler. Sim, eu estava no escuro, mas eu Puf!, acendi uma vela. E fiz meu café com leite, peguei meu livro (Praticamente Inofensiva, Douglas Adams), coloquei o pijama e me ajeitei na cama. Ficou um pouco ruim e cansativo ler com a vela, ela ficava tremulando e me deixando mais sonolenta ainda, mas mesmo assim aguentei o máximo que pude e li. Umas três páginas e capotei de sono.

Se o temporal causou outras consequências (melhor dizendo, danos), bom, não foram comigo. E quanto à foto, eu já tava morrendo de sono nessa hora, nem sabia mais onde liga/desliga ou tira a foto. 

Nossa História Parte II. A descoberta.

30 de novembro de 2011

"Quantas coisas perderíamos
pelo medo de perder?"

Mais um dia normal: acordar, arrumar a cama, servir o café com leite e preparar o pão.
Não, não era mais assim. Aquele guri infernal tava na minha casa, não saia de lá. Usava o MEU computador, usava a MINHA sala, usava o MEU telefone, usava a minha COZINHA, usava tudo que era MEU. Até o meu violão o idiota usava, levava pra casa e simplesmente não me trazia. Que inferno.
Acordei meio dia ou uma hora, tanto faz, eram as férias e desde que eu saí do meu refúgio eu tinha o direito sagrado de não levantar cedo, não havia motivo. Coloquei uma camiseta velha do meu time e a minha mini-saia confortável, rosa com babadinhos, e fui almoçar/tomar café. E mais uma vez, lá estava ele. No MEU computador, na MINHA cadeira e pisando no MEU chão, guri vai te ferrar. Fui na cozinha e servi uma xícara de café preto. EPA, essa não sou eu, eu sempre tomei café com leite e não vai ser esse abestado que vai me fazer gostar de café preto.
Joguei o café na pia e vi que ele estava atrás de mim.
'Eai nathi, conhece a coisinha*?' 'Aquela vadia que eu odeio que fala fininho, é nojenta, patricinha e vagabunda? Sim eu conheço, porque?' 'Nossa, quanto amor. Até que ela é boazinha né?' 'Deve ser, seca daquele jeito. Porque? Já ta polentiando ela?' 'Ela senta comigo na aula' 'Hum que bom, mas ela é uma nojenta e eu odeio ela'.
O assunto foi encerrado assim, naquele dia eu fiquei a maior parte do tempo dentro do meu quarto odiando profundamente aquele ser nojento, que fala com uma voz nojenta, que respira nojentamente, olha as coisas com olhos nojentos, fala com esse nojento com aquela boca nojenta e mostra a bunda nojenta pra esse nojento. É, eles se merecem.
Poucos dias depois fui pra casa do meu ex junto com alguns amigos e amigas pra tomar banho de piscina e acabei ficando com o meu ex, ele tinha terminado com a namorada e queria voltar comigo, aceitei. Voltei pra casa naquele mesmo dia e me desesperei, eu não gostava mais dele, eu não queria mais ele. O abraço dele era como um escudo, mas dessa vez, contra mim. Eu não suportava olhar pra ele e mandei uma sms. ‘Coisinho*, esquece tudo que aconteceu hoje e também me esquece. Beijos, Nathi.'.
Porque eu não sentia mais nada por ele? Ah sim. Vocês sabem, eu sei.
Quando tudo começou a se ajeitar eu recebo uma ligação na minha casa. 'Oi, aqui é a namorada do Victor, quem ta falando?' 'Aqui é a nathi, maninha dele, quer deixar recado?' ‘Não, eu quero falar com ele’. Passei o telefone pra ele e fui pra escola tremendo. Foi só aí que eu descobri.
Eu estava apaixonada e tinha que dar um jeito de resolver isso.
*Apelido carinhosamente dado pra pessoas inúteis.

Nossa História Parte I. O início.

27 de novembro de 2011
Queridos e queridas, eu vou começar a postar a partir de hoje uma história linda, cheia de conflitos mas com um amor forte demais que nem as palavras daqui irão conseguir explicar. É a minha história e a do meu namorado. Espero que gostem.



“Um sopro do amor
Que passa pela brisa com leveza
Traz o aroma do teu licor
À quem te espera, alteza.”
Ah, o amor. Que coisa louca não é? Tu és livre e completa. Do nada vem alguém que faz com que tudo mude, faz-te ver que não, tu não eras livre e nem completa. Vem esse alguém e mostra que tu eras vazia e , que de tão vazia, era presa por ti mesma, que ali não existia liberdade que ali era uma prisão. Eu era uma prisão.
Eu era a guria da Cohab, nunca tive vergonha disso, eu era da Cohab. Sonhava em morar em Londres, mas também queria morar em Gramado, em Porto Alegre e que, ao mesmo tempo, não queria sair da sua casinha simples (no meio da casa da Tia Nani e do vizinho chato da direita, na frente dos vizinhos dos cachorros loucos e que tinha nos fundos uma vista para um quintal cheio de plantações de couve). Eu amava aquele lugar, o lugar onde eu me apaixonei pela primeira vez, o lugar em que eu descobri a amizade, o lugar em que eu fui criada. Eu amo aquele lugar.
Eu sempre fui sonhadora, demais até. Quando criança queria ser atriz das CHIQUITITAS, depois queria ser uma das Rebeldes, depois queria estrear em musicais da Broadway. Ei menina, coloca os pés no chão.
Eu sempre me achei completa, eu sempre quis me jogar no mundo, visitar todos os países existentes na terra e só depois me casar. Virgem, é claro.
Aí veio o choque, consegui uma vaga em uma escola relativamente longe. Pouco depois nos mudamos. Sai do meu porto seguro, sai de perto dos amigos, das paixões, dos grupos de jovens, da igreja, da família, de tudo. Desabei.
Depois disso veio outra bomba, pais separados, algum tempo depois minha mãe estava namorando um cara que eu nunca tinha visto na vida, como se não bastasse, saímos da nossa casinha aconchegante de madeira para irmos para outra casa. Após alguns meses, eu conheci o filho do meu 'padrasto'.
Eu tinha chegado da escola, daquele calor infernal, e fui tomar banho. Quando eu estava entrando eu escuto uma buzina e fui na janela espiar. Eram eles. Fui abrir a porta e fiquei no alto da escada esperando, quando meu padrasto subindo a escada disse, 'olha só os bradesquianos' (uma pausa para explicar, estudávamos na mesma escola, na Fundação Bradesco e nunca tínhamos nos visto).
O namorado da minha mãe me abraçou e aí ele apareceu. 'Oi, prazer Natália', 'Prazer, Victor', dei um beijinho nele e quando nos viramos minha mãe e o pai dele estávam se beijando. Olhamos de canto um pro outro e rimos. Entrei no banho para não ficar com aquele cheiro de suor perto dele e quando eu sai do banho ele tinha ido embora. Ele foi sem me dar tchau, como assim? Que guri sem educação.
No outro dia fui atrás dele e fiquei parada perto dos primeiros anos (eu era do segundo) esperando ele. Ele apareceu e passou reto, e eu chamei ele é claro (que idiota essa guri). 'Oi lembra de mim?' 'Não' 'Sou a filha da namorada do teu pai’ (como tu não lembra de mim? tu ficou me cuidando enquanto eu tava indo tomar banho idiota)' 'Ah tá, lembrei'. O sinal tocou e eu dei um beijo nele, fui pra aula. Pensei nele a noite toda.

Minha bagunça nem um pouco organizada

23 de novembro de 2011

Eu acho que estou ficando apavorada com a minha memória, ou falta dela, melhor dizendo. Eu até comecei a anotar todas as coisas que quero e devo fazer nesses últimos dias, tudo como notinhas no meu celular velhinho. E acredita que a partir daí eu comecei a perder as coisas? Pois é. Estão sendo válidas, as notinhas, porque eu acabo realmente fazendo o que tinha de ser feito, mas por outro lado as coisas estão sumindo (ou eu perdendo, né).

Um bom exemplo disso. Eu comecei a trabalhar nessa segunda, numa imobiliária. E também comecei a anotar tudinho no celular, até mesmo porque meu tempo tá menor e, se eu já não fazia/me esquecia de fazer as coisas da aula com todo o tempo livre, imagina agora que saio manhã e tarde. Anotei que tinha de levar uma via de um papel lá na faculdade, e de fato levei, conforme devia de ser feito. Acontece que nesse meio tempo, entre levar o papel para a coordenação de estágio e a aula, eu acabei perdendo a carteira de identidade, que por muita pouca inteligência minha, estava no bolso da minha calça, justo a calça que o bolso é menor e fácil de perder qualquer coisa. O pior de tudo: notei a perca só depois, no fim da aula, quando tudo já estava escuro, as pessoas estavam indo, junto com a minha chance de encontrar a tal da carteira. Isso me faz lembrar que tenho de fazer logo o boletim de ocorrência e seja lá o que for preciso (nunca perdi minha carteira ou qualquer documento antes para saber).

Outro caso. Hoje. Perdi o livro que eu deveria ter entregue ainda ontem à biblioteca. Além de multa, mais o livro perdido. Terei que amanhã ir correndo para a faculdade para ver se encontro o dito cujo. E, oh céus, tenho que fazer trabalho ainda para amanhã *cara apavorada nesse momento*.

Sabe, eu não considero meus dias corridos, nem que eu tenho lá muita muita muita coisa para fazer. O meu grande problema é a desorganização. Eu até tento, mas sempre dou uma baita recaída e volto a deixar tudo solto, sem eu tomar as rédeas do meu tempo. Meu quarto é um bom exemplo disso. As vezes estou super empolgada e arrumo as roupas do meu guarda roupa (e também a metade das roupas do guarda roupa que, por via do destino, se encontram eternamente em cima da minha cama). Também acabo arrumando toda minha estante. E sabe, não seria nem um pouco difícil manter tudo organizado, seria só colocar no seu devido lugar e tudo seria feliz. Mas eu assumo e digo bem alto: eu não consigo ser organizada, não consigo. Parece que deixar tudo bagunçado torna mais confortável, mais cômodo,  mais... não sei. Só sei que não consigo, pelo menos por enquanto. Esse é um ponto que devo melhorar, e muito. Pronto, desabafei.

Eu comecei falando de uma coisa lá em cima e terminei falando de outra no final. Eu sou mais ou menos assim, pra pior.

Duas de açúcar, uma de café

20 de novembro de 2011

Fiz meu café com leite como sempre. Primeiro o leite. Depois duas colherzinhas de açúcar, uma de café. Com minha costumeira preguiça, não tive vontade de sair da frente do computador e, então, com fome, comi metade do pacote de Pastelina. É Pastelina que só tem aqui no estado né? Bom, nem sei, acho que ouvi falar isso uma vez há muito tempo ouvindo rádio. Depois de já ter comido acho que acabei percebendo que aquele pequeno vazio que eu estava sentindo não era fome. Talvez fosse um pouco, mas devia ser vazio de estar só. Incrível o modo que as vezes eu nem me conheço.

Essa história de ficar sozinha, de não ter alguém ao lado, já não incomoda mais. Sabe aquelas coisas que se acostumam com o tempo? Então, essa deve ser uma delas. As vezes me vem a ideia de como deve ser bom estar feliz com alguém, de poder compartilhar momentos, briguinhas fofas e abraços apertados. Mas me apaixonar loucamente não está nos meus favoritos no momento, melhor deixar isso quando for a hora, não é? De qualquer forma, não posso tirar muitas conclusões em algo que a Vida faz questão de deixar tudo tão improvável.

Duas coisinhas que me animam muito quando estou sozinha pelos cantos são meus gatinhos. Pode parecer besteira, eu sei, mas é verdade. E talvez eu tenha encontrado a explicação para eu amar tanto gatos. Eu acho que acabo dando toda a atenção, carinho e essas coisinhas fofas nos bichinhos, como se fosse uma válvula de escape de carência. Gatos são carentes, então acabam aceitando bem essa condição de substitutos de alguém inexistente. Isso pode ter parecido confuso, mas faz sentido para mim.

Agora, as coisinhas que me fazem feliz estão dormindo. Adoro observar como dormem, como é fofo quando ficam abraçadinhos ou um se atravessando em cima do outro. Queria pegar no colo, mas deixa, estão fofos lá na caminha deles. E agora eu vou para a minha caminha nanar, que o sono já está me levando e o friozinho que é a minha casa também já me embala.

Sabe por que os homens somem?

19 de novembro de 2011


"Medo! Puro, simples e previsível medo. Nosso conhecido no dia a dia, que nos faz pensar duas ou três vezes antes de tomar uma atitude, mas que geralmente nos dá aquela sensação incrível de que vencê-lo, é um prêmio por si só. Bem, talvez nossos amiguinhos do sexo oposto não enxerguem desta forma. Talvez nem mesmo se dêem conta de que é medo. Mas não se iludam, não é medo de amar. Não é o medo da entrega, como muitas mulheres iludidas gostam de anunciar aos quatro cantos.

É que você estava lá tão doce e especial. Vocês se encaixavam perfeitamente, mas não era o tipo de encaixe que ele estava procurando. Não era exatamente isso que ele queria. Ou até era, mas eram tantas as opções que ele acabou ficando em dúvida e saiu por ai para ver se era isto mesmo. Talvez se arrependa. Talvez não.

Mas, no caso de se arrepender, ele quer ter para onde voltar, então ele evita o confronto. Ele evita dizer as palavras. Assim se você surtar ou ficar com raiva, ele vai dizer que é paranóia, já que de fato, nunca disse adeus, garantido assim, um certo tipo de permanência na sua vida. Uma isenção da culpa.

Acho que eles têm medo de encarar a verdade. De olhar no espelho. Medo de ter tomado a decisão errada e não ter como voltar atrás. Medo de magoar. Medo de ser magoado. Medo de ver seu rosto refletido nos olhos de quem um dia amou e ainda ama, mas olha confusa, como se estivesse sido apunhalada pelas costas. Medo de ter que responder a famigerada: porque não eu?

É que na verdade, nem eles sabem a resposta. E talvez se pudessem escolher, seria você mesmo. Mas é um mundo bem louco lá fora e as coisas não funcionam assim."

Esse texto foi escrito pela Jackeline Aguiar e eu concordo até com o ponto final.

Filmes: 1, 2, 3!

17 de novembro de 2011
1! O pecado mora ao lado

Richard Sherman é um homem feliz com sua esposa. Durante o verão, sua mulher e filho vão viajar e Richard fica em casa, decorrente o trabalho. Ele promete para si mesmo que não terá nada de cigarros, alcool e mulheres enquanto sua família viaja. A promessa se torna difícil depois de descobrir a sua vizinha (Marilyn Monroe), e passa a sentir desejos pela sensualidade inocente da modelo.
Título original: The Seven Year Itch
Ano: 1955

Eu vi esses dias esse filme com minha irmã (eu fiz meio que um troca com ela: se ela visse o filme comigo, eu cortaria o cabelo dela como queria //nas horas vagas sou cabeleireira particular dela qq). É um filme engraçado, tem um humor   simples de entender e deixa todo mundo babando pela linda da Marilyn. Eu vi e recomendo ♥. 


2! Gilbert Grape — Aprendiz de sonhador

 A história se passa numa pequena cidade do interior, onde vive Gilbert Grape (Johnny Depp), um adolescente aparentemente comum, que sustenta a família desde a morte do pai. Vive também com suas duas irmãs e um irmão, que possui deficiência mental, e sua mãe obesa, que não para de comer desde a morte do marido. Gilbert passa a enxergar uma vida diferente  a partir da chegada de uma nova moça na pacata cidade.
Título original: What’s Eating Gilbert Grape
Ano: 1993
Faz tempo que eu vi esse filme, mas foi na tv, e nem vi o início e o fim, só a parte do meio, aí eu acho que ver as coisas pela metade não é legal q. Vi ontem então todo ele, e pude confirmar que é realmente muito bom ♥. Em cena, Johnny Depp novinho e desde cedo sempre lindo, e também Leonardo diCapprio, mais novinho ainda e encenando tão bem. 

3! Bonequinha de luxo

Holly Golightly (Audrey Hepburn) é uma garota de programa que sonha em ser atriz e se casar com um milionário. Toma seus cafés da manhã em frente a joalheria Tiffany's, daí o título título original. Acaba ficando vizinha de um escritor, sustentado pela amante, e se aproxima dele, por ser diferente dos outros homens, que somente a veem como uma bela mulher.
Título original: Breakfast at Tiffany's
Ano: 1961
O que mais alegra no filme é a beleza da Audrey Hepburn, que não para de falar por um minuto, sem falar do figurino, cabelo, fotografia. É um filme de encher os olhos ♥ (talvez não de lágrimas né, porque é humorado e tal, mas de beleza. Acho que deu pra entender q). Então, pegue a pipoca e assista!

Oi, é a Nathi

Vou ser sincera, escrevi um texto de duas folhas no word para me apresentar, fiquei com vergonha e deletei tudo, do meu computador e parte dele que ficou salva nos rascunhos do blog.

Sou a pessoa mais envergonhada do mundo mas as pessoas que me conhecem diriam que, provavelmente, eu sou a pessoa que mais falo no mundo. Talvez essa minha falação seja um jeito de eu esconder a vergonha e encarar o mundo. Ou não também!

Comecei a faculdade cedo, recém tinha feito 16 anos e, mesmo assim, consegui me enturmar facilmente, tenho que fazer isso afinal sou uma jornalista em formação. Eu não ia me apresentar e já estou escrevendo uma bíblia.

Faço aniversário no dia 13 de julho (dia do rock. yes baby), sou apaixonada por Harry Potter desde os 6 anos de idade, gosto muito de crepúsculo, sou apaixonada por corujas e no início de 2012 eu farei uma tatuagem nas minhas costas de uma coruja voando, namoro a um ano e quase oito meses com o filho do meu padrasto (juro que ainda conto a nossa história que, me desculpem, é perfeita).

Essa é parte de mim. Converso com todos então se alguém quiser conversar comigo entra aê no meu tuinter e mim adiciona no face.

eu e meu mozi ♥

Mas olha, mais alguém por aqui

Apresento-vos, senhoras e senhores, damas e cavalheiros, pessoas inúteis e pessoas ocupadas, e todas as coisas fofas desse mundo, a mais nova colaboradora desse humilde blog que (quando não to com preguiça) acabo escrevendo. Mas quem é ela?

Nome: Natália Stanoski
Idade: 17, eu acho. q
Faz faculdade de Jornalismo e foi minha coleguinha semestre passado ♥. É uma criatura (sente a minha delicadeza) muito fofa que ama Crepúsculo, Harry Potter, mais um monte de coisa aí, curte moda, e mais um monte de coisa aí ~

Eu não sei apresentar uma pessoa direito, ficou um pouco notável isso, mas enfim: Nathi, seja bem vinda sua linda ♥

Feliz Halloween!

31 de outubro de 2011
E então, feliz Halloween! Mesmo eu não comemorando isso porque não tenho ONDE comemorar nem com QUEM comemorar e talvez até um PORQUÊ comemorar. Mas a ideia, o tema, e tudo o que envolve essa cultura gringa é divertida e interessante.

Minha irmã teve lá seus privilégios de ainda estar no segundo ano do ensino médio e fazer com a turma e toda escola o halloween, que parecia (eu não fui) ser o mais decente já feito até agora naquele colégio. Ela se vestiu de zumbi, assim como toda a turma dela. Não é lá tããão criativo, mas é fantasia.

Bom, nessa história de Halloween no colégio da Natalia, a gente ficou procurando por moldes de esqueletos para que se pudesse montá-los e colocar nas tendas e tal. Aí achamos esse, que é incrivelmente fofo <3. Tá certo que esse não foi escolhido, pelo fato de ser incrivelmente fofo demais para ser usado no dia. Mas de qualquer acho que eu farei.

Mas acho que agora não dá pra fazer isso porque minha impressora tá sem tinta. Enfim, até ano que vem talvez eu faça.

Me derreto pelos teus olhos azuis, seus lindos

30 de outubro de 2011
Meu Deus, estou cada vez mais apaixonada por meus gatinhos lindamente fofos. E o melhor de tudo: eles estão cada vez mais apegados com a família. É tão lindo ver eles correndo a nossa procura, subindo (escalando, mesmo) nossas pernas até chegar no colo. Tá certo que nossas calças (e pernas) ficam um pouco arranhadas, mas é só olhar pr'aqueles olhinhos azuis que me derreto.



São ou não são uns amores? O grande problema da coisa é que eles são todinhos brancos, ou pelo menos eram todinhos brancos. Eles vivem tentando se sujar, SEJA COMO FOR. Aí fica difícil deixar eles assim como estão nas fotos (tiradas quando eles recém chegaram aqui em casa).

E, hm, uma novidade! Os dois agora tem nomes definidos. Finalmente né. O meu, aquele que tem duas manchinhas simétricas em cima da cabeça, é o Pinky, de Pinky e Cérebro. Foi o mais criativo e legal que consegui encontrar. Pra tu ver só como anda minha criatividade. O outro, o que é totalmente branco e da minha irmã, se chama Slartibartfast, sim, é esse mesmo o nome. É porque tem um personagem que se chama assim no Guia do Mochileiro das Galáxias, aí como o nome é divertido, resolveu colocar esse.

Agora, meus dois meninos tão bem nomeados *risos* brincam loucamente na garagem. Aqueles lindos.

Coisas aleatórias: 1, 2, 3.

28 de outubro de 2011
Hm, talvez eu tenha que criar vergonha na cara e escrever mais, seja aqui, no meu caderno ou em qualquer outra coisa escrevível. Querida preguiça ainda tem um super poder sobre e me impede, na maioria das vezes.

Sexta-feira. Aula. Comunicação e Expressão. Modos verbais. Suuuper empolgação. Hoje praticamente revivi uma das minhas aulas da sexta série, com a professora Naltair (um beijo pra ti professora, olha que orgulho, to nas faculdades já). Cheguei um tanto cedo pra aula, e credo, não tinha quase ninguém. Também, o que mais se pode esperar de uma sexta, com clima bom pra sair, sem nada de útil na aula? Enfim. Fiquei mandando SMS pra tudo quanto era gente, pra ver se me respondiam. Só reparei que não trouxe o livro que eu estou lendo quando fui procurar por ele na mochila. Está do lado da cama. Nessas horas um livro faz falta, acredite.

Mas eu não vim aqui pra falar da minha aula (ou pré-aula). Na verdade não sei do que eu vim falar. Mas posso ficar falando de coisas aleatórias que me vem à mente, por que não?

Coisa aleatória nº 1: há mais ou menos um mês, acho que é menos tempo de um mês, que seja, eu ganhei dois gatinhos da minha mãe. Sim, dois lindos gatos brancos, bebezinhos, de olhos azuis. Muito perfeitinhos <3. O problema é: como eu faço para que eles não fiquem marrons? Sério, eles não param quietos, vão só para onde tem sujeira. Eu até tento lavar toda a casa, principalmente onde eles mais ficam, mas ainda assim conseguem ficar sujos, um porquinhos. Mas são tão lindos que eu ignoro esse fato <3. Eles têm mania, quando estão todos contentes, de subir correndo pela perna até o colo, seja a gente estando sentado ou de pé. É muito fofo, muito fofo mesmo, o ruim mesmo é a calça, que fica toda desfiada e a perna também. Mas tudo bem, eles são tão bonitinhos que dá para ignorar esse fato <3.

Coisa aleatória nº 2: meu dedo anelar da mão direita tá estalando toda hora, como se tivesse algo fora do lugar. Bom, tanto faz. O barulhinho que fica fazendo do estalo é divertido.

Coisa aleatória nº 3: eu realmente não tenho noção de espaço, de profundidade, ou de qualquer outra coisa que envolva fazer cálculo de cabeça sobre probabilidade e... me enrolei, mas acho que deu pra entender. Por que estou falando isso? Porque outro dia, não me lembro qual ao certo, choveu. E choveu muito. Tudo ficou tensamente alagado. Tá, não tanto assim, mas pra quem não está acostumado com isso, foi algo considerável. O que me aconteceu? Eu desci na parada que sempre desço, e a única maneira de passar era ou atravessando uma poça ou fazendo uma super volta. Eu, preguiçosa do jeito que sou, resolvi passar pela poça d'água mesmo, pensando que não seria nada. Adivinha? Adivinha? Mergulhei metade do meu pé na água. E ainda por cima estava com um all star preto todo rasgado nos cantos, bem propício a ser encharcado.

Eu acho que é isso que tenho pra falar. Bom, se eu espremesse meu cérebro mais um pouquinho, até poderia de sair mais alguma coisa, mas não estou mais com vontade de escrever, deixar o resto pra outro dia. Boa noite.

Mário, que Mário? — Nelito Fernandes

13 de outubro de 2011
"Mário, que Mário?" é de longe um título bem chamativo e sugestivo, junto com sua capa laranja e divertida (os personagens das janelas dos apartamentos, como na capa ao lado, ficam na parte interna da aba, é legal :3). Esses foram os motivos iniciais de eu pegar esse livro na biblioteca, porque, quase sempre, esses são os motivos de eu pegar um livro.

Mas, ao contrário do que se diz "quem vê capa não vê conteúdo" (inventei agora, se existe, desculpe o plágio), o livro é bem interessante. É a história de um cartunista/humorista/jornalista/escritor (frustrado) chamado Mário Ribeiro com uma imaginação muito, digamos, fértil, que acaba vendo coisas que outras pessoas não veem. No meio de tanta confusão, ele acaba tendo a ideia perfeita: inventa um personagem, mais precisamente um escritor de livro de auto-ajuda, e assim torná-lo famoso, enquanto as pessoas se perguntam quem é mesmo esse Mário.

Como eu já disse, é um livro divertido, de poucas páginas e de fácil leitura. Super recomendável para quem está um pouco enferrujado na arte de ler. 

Editora: Record
Autor: Nelito Fernandes
Ano: 2006
Número de páginas: 112

29 maneiras para ser criativo


Criatividade é uma coisa tão necessária e ao mesmo tempo tão instável. Quando mais precisamos parece que é ali que ela parece dar uma fugidinha e nos abandonar. Para não se tornar uma vítima da senhora indecisa e bipolar Criatividade, deve-se treinar, como qualquer coisa nessa vida. Eu achei tão legal esse vídeo, porque mostra coisas muito fáceis que, com toda certeza, não te trarão a resposta do que tu vai fazer, claro, mas que pode ajudar a deixar o teu cérebro mais claro pra Puf!, ter aquela ideia boa. Fica a dica, também pra mim.

Livros e orquídeas

6 de outubro de 2011
Hoje foi mais um dia de caminhar loucamente por aí com minha irmã sem destino algum. Ok, tínhamos destino sim, que era o Conjunto Comercial, biblioteca pública, papelaria Brasil, qualquer loja que tivesse calça totalmente preta. Esse pelo menos era o plano inicial.

Nosso querido papai (me sinto criança falando "papai", então é legal) nos largou no Centro e... porque eu fui citar isso? Sei lá, não sei como poderia terminar a frase. Enfim.

Tá, chegamos lá, no Centro de Canoas obviamente, e fomos para a biblioteca pública, nosso primeiro destino. Por dois motivos: primeiro, eu tinha multa já de dois dias de um livro que li somente até a página 37 (de 500+ páginas). Segundo motivo é que eu amo ficar olhando os títulos de livros que tem lá, ficar folheando e comentando com a Natalia sobre, ficar muito tempo escolhendo qual livro eu posso levar pra casa (e muito possivelmente acabar não lendo todo).

Nessa história de ficar passando os dedos por cima de títulos e tal, encontramos uma coleção, posso assim dizer, bizarra. Uma coleção que certo que foi escrita por um carinha rico (ou quase isso) que só pensa em alta sociedade. E mulheres. E sexo. E machismo. E putaria. E criatividade para títulos tensos. Aproveitamos o momento e usamos a contra capa como modelo para nossas fotos. Mas depois de muito pensar, e também pensar sobre o porquê de alguém fazer e colocar títulos tão tensos num livro, acabei escolhendo o "Mário, que Mário?". Obviamente escolhi somente pelo título. Mas voltando pra de ônibus fiquei lendo esse livro e vi que é muito idiota. E por isso, bom.

Tá, esse foi o primeiro passo. Depois da biblioteca, Conjunto Comercial. "Mas por que Conjunto Comercial?" Aháá! por causa de um trabalho de fotografia. Tipo, tem que "reproduzir" com fotos uma reportagem que aconteceu recentemente e tal. E mano, eu sou muito burra, tipo, muito mesmo. "Por quê?" Porque eu eu levei a câmera SEM o cartão de memória, o que é praticamente inútil. O "praticamente", e não totalmente inútil, é porque se tem até 5 fotos com a memória interna. O que fiz? tirei 5 fotos, apenas. "Tá, mas o que tu foi fotografar?" Tem uma exposição de orquídeas até o dia 8, aí como vi uma reportagem sobre isso resolvi ir até lá. Legal que é uma reunião (?) de ORQUIDÓFILOS. Essa palavra me deu medo, mas enfim.

Não fomos na papelaria Brasil, esquecemos. E nem em qualquer loja que tivesse calça totalmente preta. Fomos pro Shopping, e comemos pastéis do tamanho da nossa cara. Sério. 

Acho que é isso. Não tenho assunto, então falo do meu dia, que não é lá grandes coisas.

Mas olha, filhotes

4 de outubro de 2011
É... tempo de fertilidade aqui em casa. Calma, nem eu, minha mãe e irmã estamos grávidas, que isso. E claro, nem meu pai. Digo tempo de fertilidade (acho que posso assim dizer) porque estão surgindo filhotes do nada. Sim, bebezinhos fofos. Só que animais, claro.

Há umas duas semanas (não tenho muita noção de tempo, então nesse caso pode ser mais ou menos de duas semanas, vai saber), a gatinha sem nome que habita o pátio dos fundos da minha casa deu filhote. Sim, gatinhos lindos e fofos. Quatro gatinhos lindos e fofos. Desses quatro gatinhos lindos e fofos, dois são amarelos e dois são malhados*. Bom, não ficaremos com os quatro gatinhos lindos e fofos, apenas com dois. Dois deles doaremos ou coisa assim. Mas isso tem que esperar um pouquinho, eles ainda tão alegremente mamando na gatinha sem nome dos fundos da minha casa.

Há dois dias, e isso eu tenho certeza, as calopsitas da minha mãe (Dudu e Lolita) apareceram com ovo. Pelo menos se achava que era apenas ovo. Depois descobrimos que eram ovos. Quatro ovos. Não fiquei tão animada como fiquei com os gatinhos lindos e fofos, mas né, serão filhotes. O pensamento que me alegrou foi que dá pra conseguir um bom dinheiro vendendo uns, sei lá, três ovos do casal de calopsitas. Mas talvez meu ódio por calopsitas (as da minha mãe, em especial) agora passe.


Bom, essa foto eu recém tirei. Minha mãe foi dar comida para a gatinha sem nome que habita os fundos da minha casa, mãe dos gatinhos lindos e fofos, e me chamou correndo para vê-los. E ownt, não é que são lindos e fofos mesmo? São umas coisinhas gordas, que dá vontade de apertar loucamente. Claro, não apertarei (por enquanto). Me falta saber com quais a gente vai ficar e quais serão seus nomes. Acho que uma lista nesse caso cairia muito bem. 

Eu até tiraria uma foto das calopsitas, mas o Dudu (o Sr. Calopsito) me ameaçou de morte, então nesse caso prefiro preservar a minha vida. Algum dia que eles estiverem menos animalescos e fotogênicos e com menos raiva de mim, mostro. Claro, se eu não vender os ovinhos antes, rs.

malhados*: Eu adoro usar essa palavra desde que eu li "O gato malhado e a andorinha Sinhá"

Minhas tardes com Margueritte

2 de outubro de 2011


"Um encontro pouco comum, entre o amor e a ternura, não tinha outra coisa. Tinha nome de flor e vivia entre as palavras. Adjetivos rebuscados, verbos que cresciam como a grama, alguns ficavam. Entrou suavemente desde o córtex até o meu coração.

Nas histórias de amor há mais que amor. Às vezes não há nenhum 'eu te amo', mas se amam.

Um encontro pouco comum. Eu a conheci por acaso no parque. Ela não ocupava muito espaço, era do tamanho de uma pomba com as suas penas. Envolta em palavras, em nomes, como o meu. Ela me deu um livro, e outro, e as páginas se iluminaram. Não morra agora, há tempo, espere. Não é a hora, florzinha. Me dê um pouco mais de você. Me dê um pouco mais de sua vida. Espere.

Nas histórias de amor há mais que amor. Às vezes não há nenhum 'eu te amo', mas se amam."

Recém vi esse filme e amei. Esse é o trecho final.

Atualizando histórico cultural*

Ontem de noite deu a loca em mim e na minha irmã (note que eu sempre acabo falando dela), e resolvemos baixar loucamente tudo o que víamos. Primeira coisa que a resolvemos baixar foi o filme Coraline e o mundo secreto, uma animação mal e porcamente baseada no maravilhoso livro Coraline. Obviamente, meu computador é lento. Então enquanto esperava baixar Coraline, vimos o primeiro e segundo episódio de New Girl, série recém lançada e com a fofa da Zooey Deschanel. 

Ok. No primeiro episódio de New Girl, uma música (e filme) bem enfatizado é Dirty Dancing (... time of my life♪), e ficamos com saudade de ver esse filme. Então baixamos também Dirty Dancing - Ritmo Quente. O filme é antigo e passa quinhentas vezes por ano na querida Sessão da Tarde. Mas é tão bom, e dá vontade de cantar loucamente a música. 

Depois de toda essa linda cantoria e vontade de dançar, vimos Coraline e consequentemente a decepção quanto ao filme. "Por que a decepção?" Porque não foram fiéis com o livro, porque mudaram o final, porque colocaram até personagem a mais que não "deveria" ter. Mas tudo bem, é a vida, nem tudo é perfeito, não é?

Acho que foi isso. Na verdade não sei porque fico escrevendo essas coisas inúteis, sei lá, nem é um assunto com que se possa assuntar, mas enfim. Meu dia foi um tédio, fiquei em casa o dia todo pelo que eu me lembro e é isso.

E preciso parar com essa preguiça de postar, senão vou perdendo a prática de escrever e tal. E isso não é legal.

*tem outro post com esse nome, aí coloquei o mesmo título porque faltou criatividade. Diria um auto-plágio.

All Star preto e Borracha Mestre


Bom, isso (o blog) deveria ser um diário e, de acordo com o sentido exato da palavra, ser atualizado todos os dias, ou coisa assim. Mas né, Marina aqui tem preguiça e também sabe que essa jocinha (diminutivo de "joça", só pra ficar bem claro) não terá nenhum leitor. Quer dizer, até terá um aqui, outro ali, mas... ah, deixa pra lá, só queria dar sentido para o nome desse blog. 

Enfim.

Hoje eu e minha irmã fomos bater perna em Porto Alegre, pra ver se achava tênis (que é o mesmo que dizer ~ All Star ~), e mais qualquer coisa legal que víssemos. Depois que descemos do trem apenas saímos sem rumo à esmo. Toda e qualquer loja que poderia ter calçado a gente entrava. E né, o que aconteceu? Não, não perdemos. Ficamos brincando nos andares das lojas (qualquer que fosse), pra ver até que andar ia, essas coisas que pessoas normais sempre fazem sabe. Depois de um certo tempo as duas criaturas se lembraram do que queriam e fomos (olha só as concordância gente) procurar tênis de fato.

Meu Deus, como tá caro All Star né? (aqui me presto a dar uma risada como se fosse MSN. Ok, escreverei a frase novamente, pra manter a graça). 

(Meu Deus, como tá caro All Star né? IUAHSDIUASHDIUASHDIUHASDIUHASD)

E nem teve graça, não deu muito certo. Enfim. Não que os tênis estivessem caros, tão o mesmo preço de sempre, mas em todo lugar que nós duas íamos só tinha os mesmos modelos também de sempre, e os únicos "diferentes" eram aqueles frufrus de guriazinha, que particularmente não vou nem um pouquinho com a cara. Aí andamos, andamos, nos perguntamos onde estávamos, andamos mais um pouquinho, demos uma volta e percebemos que estávamos sempre voltando ao mesmo ponto, andamos. E então, A LUZ. Vimos uma loja com uma parede INTEIRA só de All Star, coisa mais linda do mundo. Corri para o abraço quando vi o modelo que eu queria, um preto (todo preto) baixinho. Achei lindo, já ia pedir para a moça que tava atendendo ver o número 37 pra eu experimentar (mesmo tendo toda a certeza do mundo que um 37 vai me servir, sem eu experimentar). Mas então aconteceu o inesperado, o inevitável, o assustador (perceba que nenhuma das palavras faz sentido, mas é só para dar uma emoção, tipo filme de terror antigo): eu olhei para baixo. Sim, eu tive essa audácia e ao mesmo tempo burrice. Olhei para as última fileira de tênis e o que eu encontro? Vamos, adivinhe, não é difícil. E o que eu encontro??? Sim, eu vejo um LINDO ALL STAR AMARELO. Tá, essa não é a coisa mais óbvia do mundo. A história é: eu sempre quis ter um All Star amarelo, porque eu sempre achei que fosse diferente, que ninguém tinha, que amarelo era uma cor legal. E isso, obviamente, foi bem antes dessa ~onda~ de tênis todo colorido e tal. O problema é que eu nunca havia achado pra comprar All Star amarelo, apenas via nos pés de uma ou outra pessoa, e bem raramente.

Resumo do caso: me deparar com o tênis que eu estava procurando (o preto, baixinho) e o que eu sempre quis (o amarelo), me fez um nó na cabeça, que resume em "O que eu faço da minha vida?". Pedi ajuda pro Tico, pedi ajuda pro Teco, mas nenhum deles tava funcionando no momento. Pedi ajuda pra Natalia, mas perguntar alguma coisa pra ela era tão produtivo quanto dizer pra parede fazer uma dissertação sobre golfinhos no deserto, porque tava em dúvida como eu. Ficamos nessa "O que eu faço da minha vida?" durante uns minutos, enquanto a atendente, muito paciente, ria da nossa cara. Depois de pensarmos loucamente e chegarmos a conclusão alguma, teríamos que então usar nossa última arma (?). E é nessa parte da história que a Borracha Mestre entra.

O que é a Borracha Mestre: é uma borracha, obviamente, de apagar, também obviamente. Tem em um lado escrito "SIM" e outro "NÃO". Ela é usada para questões de respostas simples como, por exemplo, "sim" e |"não". Demais questões ela fica meio indecisa e não sabe responder muito bem (ou então nós não conseguimos compreender a resposta). A lenda de Mestre surgiu na sala de aula da minha irmã, e até hoje sua fama percorre por aí (entre os mais chegados). O que eu quero dizer é: nós duas nos vimos obrigadas a usar o recurso da borracha, não tínhamos resposta para tal pergunta. Até mesmo porque é uma questão extremamente complicada ter que decidir entre duas coisas que se quer muito. Foi mais ou menos assim o "diálogo" com a Senhora Borracha:
— Devo levar o All Star amarelo?
— Não.
— Então devo levar o preto?
— Sim.
Como a borracha foi coerente, segui os conselhos dela e me senti muito melhor. Comprei aliviada o All Star preto e me senti uma outra pessoa, pensando que posso sempre contar com a senhorita borracha quando eu precisar (sem falar que eu posso levá-la para a aula em algum dia de prova e usá-la livremente sem nenhum professor notar que ela não é uma simples borracha, e sim a Borracha Mestre, com poderes e tal e essas coisas que todo mundo sabe, uma vez que ela aparenta ser apenas uma borracha como qualquer outra).

Não me lembro mais o que aconteceu nesse dia por alguns motivos que considero nesse caso bem importante. Vejamos:
  • Minha memória é péssima;
  • Eu escrevi quase todo esse post dia 28/09, dia que de fato saí com minha irmã;
  • Logo, estou apenas continuando a parte do post que não tinha terminado aquele dia e tive preguiça de postar.
É isso.

Sempre tem como piorar

18 de setembro de 2011

Mas olha, hoje é um domingo. Como sempre, entediante. Mas esse domingo está um pouco mais entediante que os outros. Motivo? Não sei direito, só sei que tá insuportável ficar em casa. E ficar em casa é o que eu tenho feito todo o fim de semana.

Desde que eu acordei (na verdade desde que eu fui dormir, ontem de noite) eu estou com meu pijama, e só tenho previsões que vou tirá-lo depois, quando for tomar banho. É tão mais prático, fácil e cômodo ficar de pijama, parece que não se tem problemas, ou então, mesmo que tenha problemas não dá pra resolver por que está de pijama (se você não entendeu essa parte, tudo bem, eu me enrolei e nem sei direito o que escrevi). Outra coisa boa de usar pijama: se te convidam tipo, muito rápido pra sair, você pode dizer simplesmente dizer que não dá, porque está de pijama. E isso é idiota, eu sei, mas eu usaria muito bem essa desculpa pra não sair, sem medo de ser feliz.

Vejamos o que temos até agora: eu, em casa, entediada e de pijama. Até aí tudo bem, esse é o domingo de sempre. O problema é: estou morrendo de dor de cabeça. Parece que tem um daqueles macaquinhos demoníacos batendo prato na minha cabeça e eu não posso evitar. É horrível, e estou assim desde que me acordei. Tentei ver filme (primeiro tentei ver "Meia noite em Paris", mas a qualidade era muito ruim e deu preguiça de ouvir musiquinha melosa de fundo. Depois tentei ver Star Wars, mas me lembrei que morro de sono quando vejo, então deixei para outra hora), mas meus olhos de alguma forma cansados não me deixaram e minha pobre cabeça explodindo também não. Quis ficar apenas ouvindo música, mas parecia como se algo martelasse em mim. Desisti de ouvir música também.

Em casa, entediada, de pijama e dor de cabeça. Mas tem como piorar. Nisso tudo, eu ainda resolvi ficar desanimada, ou triste, ou qualquer coisa parecida com ninguém-me-ama-sai-daqui-senão-leva-tapa. Fiquei descontando minhas mágoas nas pessoas (que também tavam tristes) aí ficou uma beleza. Mas enfim, passou.

Em casa, entediada, de pijama, com dor de cabeça e triste. Mas tem como piorar. Sim. Sabe como? Passando o domingo inteiro sozinha, completamente sem ninguém ao lado, sem comunicação. Pai e mãe saíram, irmã também. E eu? E EU, como fico?

Em casa, entediada, de pijama, com dor de cabeça, triste e abandonada. Melhor domingo não há. 

Um pouco idiota, um pouco de livros

17 de setembro de 2011

Hoje, devido a algumas reclamações de minha queridíssima irmã, fui no centro comprar umas coisinhas que ela havia me pedido. Resolvi sair comprar, e decidi isso era 15:30. Então, 15:31 eu entrei no banho e milagrosamente, de um jeito que eu não consegui entender (claro, foi milagre), eu tomei um banho rápido. SIM, meu povo, eu consegui fazer essa proeza (meu pai que fala isso). Me arrumei MUITO rápido, peguei minhas coisas e já iria pra parada correndo esperar o ônibus. 

Claro, eu iria se minha mãe não inventasse de querer fazer um bolo e pra isso precisar da minha ajuda. Ok mãe, eu te ajudo. Fiquei mais perdida do que cusco cego em tiroteio. E teve uma hora que me senti muito idiota. Tipo, eu fui separar a farinha que iria pro bolo né, só que a linda da janela tava aberta. O que aconteceu? Não sei, só sei que, de alguma forma muito estranha, veio parar farinha na minha cara. E aí eu me pergunto: onde está minha plaquinha escrito "loser"?

Então peguei o ônibus das 16:30. Me fui até o destino tentando ler A vida, o Universo e Tudo Mais. Mas só tentando, porque eu to naquelas partes do livro que tenho que ler e reler várias vezes o mesmo trecho pra conseguir entender alguma coisa (ou até tendo que voltar várias páginas pra lembrar do contexto da coisa). Sem falar que ler e balançar (no ônibus) não é a melhor coisa. E eu repeti a palavra "coisa", mas finjam que nem viram. Tá, cheguei no centro, comprei as tais coisas da minha irmã. Como eu já tava com multa na biblioteca pública, dei uma passada lá e devolvi o livro. Na verdade fiquei a maior parte do tempo lá na biblioteca, passando os dedos por cima dos títulos dos livros, procurando algo que me chamasse a atenção. E sim, alguns títulos me chamaram a atenção, então anotei como rascunho no meu celular (só pessoas inúteis fazem isso). Bom, tá aqui os títulos que possivelmente um dia eu pegue para ler:
De pernas pro ar - Eduardo Galeano
Crônicas de um amor louco -  Bukowski
Crash - J.G. Ballard
Sonhos de robô - Isaac Asimov
Sexo e compras - Judith Krantz
 Ok, é bem provável que eu pegue nenhum desses livros, mas valeu a lista pelo menos. Bom, o primeiro da lista eu peguei pra ler, o que eu duvido é eu conseguir ler até o final (já que to toda empolgada lendo a série do Mochileiro).

Ah, e já que eu estou falando em livros, ontem (acho que foi ontem) resolvi listar todos os livros que eu li em 2011, ATÉ O FINAL. E olha, até que foi "bastantinho", se considerar o fato de eu quase nunca terminar alguma coisa. E aqui vai a lista:
A menina que roubava livros - Markus Zusak
O caçador de pipas - Khaled Hosseini
A cabana - William P. Young
Melancia - Marian keyes
Fortaleza Digital - Dan Brown
O Diário de Bridget Jones - Helen Fielding
Harry Potter e a Pedra Filosofal - J.K Rowling
Harry Potter e a Câmara Secreta - J.K Rowling
Harry Potter o Prisioneiro de Askaban - J.K Rowling
Harry Potter e o Cálice de Fogo - J.K Rowling
Percy Jackson e o Ladrão de Raios - Rick Riordan
Eu era uma adolescente encanada - Ros Asquith
O restaurante no fim do Universo - Douglas Adams
Se for parar pra pensar, (quase) só tem livro infanto-juvenil ali. Talvez isso seja um problema, mas não to muito afim de resolver isso por enquanto.

Resumo de algumas coisas

11 de setembro de 2011
Hm, esqueci de escrever vários dias. Mas tudo bem, nenhuma dessas palavras não-escritas fizeram falta a alguém mesmo. 

E também não me aconteceu lá muita coisa para ser relatado (como se eu precisasse fazer isso). Quarta-feira, 7 de setembro e portanto feriado, a Dily me convidou para junto com ela, o Gui, o Dimi e o Bruno ir no Park Tupã. Devo dizer que, quando eu disse iria ao Park Tupã, eu e minha irmã ficamos repetindo milhares de vezes  a palavra "Tupã", só por causa da sonoridade engraçada. Enfim, me fui junto com as criaturas para esse tal de parque. O Gui que foi dirigindo, novato nessa arte de comandar um carro. Mas tudo bem, sem medo, ele é inteligente (obrigado pela Física ano passado). Foi tão fácil ir. Brincamos em alguns brinquedos e esperamos então o Dimi. E brincamos loucamente em mais alguns depois, tipo o Kamikaze, e que fique bem claro que não ando naquela coisa novamente tão cedo. Porque? Sei lá, não é medo de altura, até mesmo porque eu gosto de altura. Nem medo de ficar enjoada, é só não comer nada que não tem problema. Mas imagina se um parafuso se solta? Imagina se a pseudo-proteção que está na minha volta se desprende? Eu, de ponta-cabeça, já estava planejando como eu me seguraria nas grades que ficavam acima de mim (no caso, eu estando de cabeça para baixo elas estavam sob mim), caso eu me soltasse do banco. O Dimi foi uma companhia de quase-morte. Depois do Kamikaze não arriscamos nada mais emocionante e fomos para casa.

Quer dizer, demoramos um bom pouco para chegarmos até nossos queridos lares. Nos perdemos um pouquinho, passando misteriosamente pelo centro de Alvorada (mas não fomos assaltados, o que é muito bom). 

Deixa ver o que mais me aconteceu nesses dias... hm. Ontem, sabádo, passei o dia (tarde) caminhando. Fui para o centro de Canoas pra ver se conseguia tirar as fotos necessárias para o trabalho de fotografia (que é nessa segunda), que consiste em: representar, em foto, é claro, o sentimento de patriotismo. Meu Deus, como se faz isso? Acabei tirando fotos de todas as coisas verde e amarela possíveis, de qualquer bandeira do Brasil possível, de monumentos, de qualquer coisa assim. Porque eu não consigo enxergar patriotismo em nenhuma pessoa, a única coisa que me vem à mente quando falam de "pátria" é bandeira. De qualquer forma ficou uma porcaria, e que o professor aceite isso.  Depois fui à pé ao Shopping para comprar o livro "O menino do pijama listrado", metade pago por mim, outra metade pela Natalia. Espero que seja muito bom, porque foi caro. Eu parecia meio idiota andando à esmo e sem ninguém, mas acho até que prefiro assim. Eu tinha em mente voltar para casa a pé, só para fingir que sou saudável. Mas eu vi meu ônibus vindo e foi mais forte que eu. Preciso começar a fazer algum exercício logo, que fique anotado isso.

Ontem foi o aniversário do meu pai, 52 anos. Eu me lembro do meu pai cortando o bolo quando ele fez quarenta. Tudo bem, tudo bem. Parabéns pai, tu é um lindo na minha vida. Um dia faço um texto decente para ti.

Hoje, 11 de setembro, dez anos da queda das torres gêmeas. Eu tava na segunda série, estudava de tarde, e, se não me engano, tava vendo Dragon Ball. 

Enfim, acho que é isso.

Smurfando com os amigos

5 de setembro de 2011

Nesse domingo eu e minha irmã e mais umas gentes fomos pro shopping. Na esperança de ver Planeta dos macacos. E qual a nossa surpresa? Estavam esgotados os ingressos para ver legendado. Tudo bem né. Aí então decidimos ver dublado mesmo. E qual a nossa surpresa (de novo)? Também os ingressos do dublado haviam sumido de vista. Isso porque a gente ficou enrolando loucamente para entrar entrar na fila e comprar aquelas coisas de uma vez. Depois veio a grande e quase indecifrável questão: o que ver? Ficamos uns 15 minutos atrapalhando a fila tentando decidir essa terrível questão, porque, claro, somos um bando de indecisos. Oh. Aí uma mente brilhante (no impulso) disse para a atendente: Os Smurfs. Ok né. Nunca vi o desenho, só tinha conhecimento de que eles eram azuis. Aham. Até que foi legal o filme, as criaturinhas são fofinhas e tal, mas seria melhor ter esperado para ver isso na sessão da tarde e não gastar horrores (por ser um domingo). Mas acho que valeu a companhia.

Que se rebelem as madeixas

3 de setembro de 2011

Isso mesmo que tu acabou de ler. Que se rebelem. Estou nem aí. Podem agora ficar cacheadas, onduladas ou um monte de nada em cima de minha cabeça. Acho que perdi a briga, sabe? Tanto tempo tentando controlar a minha mini juba com secador, chapinha e algumas cositas más e acabo assim, derrotada pela preguiça e pelo tempo (frio, chuvoso, úmido, essas coisas).

Explicando melhor. Ontem saí do banho e fui arrumar meu cabelo normalmente. Deu preguiça. Peguei o secador, sequei mal e mal e deixei assim. Flutando. Futuando pelo ar. Como se o cabelo nem fosse meu, como se a missão do vento fosse levá-lo a outro lugar, mas impedido pela raiz capilar. Depois desse episódio de preguiça e leveza (por parte do cabelo), notei que ele ficou legal. SIM, ficou legal. Natural, um pouco ondulado (nem sinal dos cachinhos de outrora), e ah, quero deixar assim. Mas há alguns fatores que super influenciaram a não-jubice*: a falta de umidade e dia (noite na verdade) quase quente. Perfeito.

Mas uma coisa eu tenho certeza, ah se tenho. O dia que eu mais precisar que ele (meu cabelo) fique arrumado, será o dia mais infernal e desastroso e volumoso, se tratando dos fios na cabeça. Isso eu posso anotar.

(Não)-jubice*: neologismo inventado por mim. Palmas, palmas.

Faça alguma cousa para a humanidade*

1 de setembro de 2011

Que lindo, acabei de salvar o mundo.

Ok, ok, nem é pra tanto. É que eu recém instalei o Black Pixel, que nada mais é que um quadrado inútil na tela do computador que faz com que não se gaste energia nesse lugar. Se juntarmos todas as partes "inúteis" de milhares de computadores (partes essas que não gastam energia) dá pra economizar bastante, não é?

Bom, eu tinha visto a propaganda desse quadrado do Greenpeace há um bom tempo, na MTV. Eu achei interessante, mas como sempre, me esqueci de procurar e deixei rolando. Pois bem. Ontem o assunto na aula foi sobre essa coisa de mundo sustentável, "oh, o que deixaremos para nossos filhos???" e desperdício de coisas que bom, não deveriam ser desperdiçadas caso queiramos que ainda haja mundo daqui alguns bons anos.

Com toda essa conversa filosófica e pensativa e que geralmente não chega a lugar nenhum, o professor pediu para que nos propuséssemos (to conjugando bonito hein) a fazer algo, mas algo prático, do nosso dia-a-dia e de preferência de ordem simples. Como (quase) todo mundo disse que iria separar o lixo, eu disse que instalaria o Black Pixel.


O legal que quando passa o mouse em cima do quadrado aparece informações e tal. Bom, isso é interessante, go go go.

cousa*: meu professor fala assim, é engraçado. q

Preciso de despertador explosivo

30 de agosto de 2011

Mini conversa entre eu e a Natalia ontem à noite que deveria ter me alertado para não confiar nela em me acordar:
— Marina, hoje não é terça?
— Claro que não né, é segunda.
— Tá.
— Hey.
— Que?
— A gente ainda tá em agosto né?
— Sim (?)
— Ah, ainda bem.
Somos duas coisas desorientadas, é nítido. Mas não precisava ser tanto né? Eu pedi ontem, antes de dormir, que a Natalia me acordasse quando ela fosse também se acordar para ir para a aula, porque eu tinha dito que iria numa palestra no Senac junto com a Dily, minha amiga linda que vejo agora de vez em nunca e que to morrendo de saudade. Então fui deitar bem feliz esperando que ela (minha irmã) fosse REALMENTE fazer isso. Não consegui dormir logo de cara, fiquei enrolando na cama, mas tudo bem, tudo bem, coloquei também o despertador. Só que eu não me liguei que eu não ouço mais o despertador desde o final do ano passado porque eu não PRECISO mais ouvir despertador nenhum (mas mesmo assim deixo tocar todos os dias às 7 da manhã, na esperança de que eu me acorde e faça algo útil logo cedo). Meus ouvidos, desacostumados, não ouviram nada, como era de se esperar, mas eu não esperava que minha irmãzinha linda (beijo pra ti se ler) não fosse me acordar, ou pelo menos me balançar até a morte.

Mas aí tu se pergunta, caro leitor, "mas então, o que aconteceu?". Que se resolva o ~mistério. Eu acordei 9:11h (o combinado era de eu estar lá às 9:00h) com a Dily me ligando me perguntando se eu ia, e bom, não fui. Por que, meu Deus, por que eu não consigo nem me levantar para ir numa coisa que pareceria simples? Estou precisando de uma iluminação, oh.

Não, to precisando de um despertador que puxe as cobertas e grite ao mesmo tempo. Ou que se exploda (junto comigo).

Caiu o mundo, mas não ouvi a chuva

29 de agosto de 2011

Hoje de noite (madrugada) acordei assustada. Assustada porque parecia que a minha casa iria desabar, ou pelo menos então o teto que estava sobre a minha cabeça descer e me matar ainda quando todos dormiam. Eu costumo dormir bem à noite, mas tenho o sono leve, me acordo com qualquer barulho ou coisa que se mexa. Não estava chovendo até onde eu sei (porque na verdade não sei, eu estava dormindo, mas acho que mesmo quando dormimos sabemos se está chovendo ou não, não é?). Então, na minha consciência (ou poderia dizer meu sonho) não estava chovendo. De repente super do nada algo começou a pipocar no teto (telhado na verdade, mas a impressão que eu tinha era de estar no teto), algo que não sabia o que poderia ser. Tudo bem, eu pensei, eu estou dentro de casa e nada vai me acontecer. Voltei a dormir bem feliz. O barulho começou de novo, e mais forte, e meu Deus, o que tá acontecendo que eu não sei? (quando eu estou sozinha costumo ficar bem dramática). Pensei então na coisa mais sensata a se fazer naquela hora: me tapei completamente com as cobertas, coloquei o travesseiro de modo que tapasse meus ouvidos e dormi. Dormi até acordar de manhãzinha e me dizerem que foi apenas uma chuva de granizo. Ok, ok. Mas estou achando que somente caiu o granizo, porque chuva, onde você estava?

Deixarei a pergunta em aberto pro Além me responder. E oh céus, o frio voltou. Quer dizer, não que ele tenha abandonado totalmente, mas no fim de semana estava tão bom. E agora vem frio, vem chuva, vem tempestade, vem qualquer coisa que me faça tremer e não querer sair de casa. Antes eu amava inverno, mas agora estou revendo a minha opinião. Mas aposto que quando chegar o verão eu amarei o frio novamente.

ps.: aí você se pergunta, porque uma imagem tão grande para uma texto tão pequeno? Simples, achei essas coisas redondas de capa e guarda-chuva muito fofos, rs.

Como minha irmã é fofa

28 de agosto de 2011
Outro dia eu e minha irmã, que não estávamos fazendo nada, resolvemos ouvir música no celular dela. A criatura disse que tinha colocado músicas da B5, e né, eu fiquei ouvindo, para saber como que era. (nota: se você conhece somente a música Três porquinhos deles, tudo bem, porque é só isso que eu conhecia até então). Ela me mostrou uma música então que, segundo ela, é TOTALMENTE a minha cara, que nossa, quando ela ouve se lembra de mim (mas que irônico isso, ouvir uma música para lembrar da própria irmã. Lembrarei disso no futuro). Eis a dona música (o vídeo é ruim, eu sei):

Posso estar despreocupado
Andando sem pensar
Vivendo desligado
O que importa é o mundo girar
Sou um tanto reservado
O que se passa nunca vai me afetar
Ando sempre ao meu lado
Serei assim até tudo acabar
Me sinto só mas eu vou indo
Esperando a noite chegar
E o amanhã vem vindo
Não tenho nada pra me preocupar
Longe do sol eu vou seguindo
Não sinto falta de ninguém
Prefiro estar sozinho
Porque assim está tudo bem
It´s all rigth
 A música deixa a desejar, mas a letra tem (um pouco) a ver comigo. Acho que ela se lembra(?) de mim com ela porque eu sou antissocial, mas nem é pra tanto quanto fala a música "Não sinto falta de ninguém / Prefiro estar sozinho / Porque assim está tudo bem". Eu gosto de pessoas a minha volta, só não sei expressar isso muito bem, rs. E tomara que minha irmã não me esqueça quando não se lembrar mais que essa música existe.

Legal que B5 acabou em 2009, e ela incluiu na lista de "bandas novas". Alguém atualiza ela, por favor?

Atualizando histórico cultural

27 de agosto de 2011

Recém acabei de ver "Submarine". Vi esse filme em tantas partes que nem sei se entendi muito bem, mas do que entendi, achei um pouco sem graça. Talvez porque seja muito parado. Mas enfim, não sei ser crítica nessas coisas, assumo. Primeira parte do filme vi com minha irmã. Não estávamos lá muito a fim de ver ele, mas como era o único legendado que tinha para ver, acabamos por assisti-lo. Não deu para ver todo porque tivemos que sair depois, só não me recordo onde. Depois de alguns dias somente com parte do filme visto, resolvi assistir sozinha. Mas vi no máximo mais vinte minutos porque eu tive que sair correndo para ir para a aula (como todos os dias, quase sempre me atraso). As duas partes do filme ficaram rolando mais alguns dias até que hoje eu resolvi ver o resto. Bom, é a história de um adolescente normal, com medo de que seus pais se separem e é apaixonado por uma guria da escola. Basicamente esse é todo o filme, sem mais.

Também acabei esses dias de ler "Eu era uma adolescente encanada", de Ros Asquith. É como se fosse um manual de "encanações" (igual preocupações, atualizando gírias dos anos 90) para adolescentes. É todo em ordem alfabética, e tem pouca história em si. É divertido, mas não é tuuudo aquilo. Hm, também comecei a ler o primeiro livro da série Percy Jackson e os olimpianos — o que me faz lembrar que tenho que terminar de ler os do Harry Potter. É infanto juvenil, eu sei, mas é divertido então eu não me importo. E até mesmo porque preciso para essa semana fazer uma resenha de um livro qualquer, então pegarei de um bem fácil.

Bom, tenho que procurar mais coisa para ver e mais livro (bom) para ler, senão minha mente vai atrofiando aos pouquinhos. E olha que isso nem é difícil. Dicas são sempre bem-vindas.

Aquele sorriso pela manhã


Hoje acordei feliz, acordei de boa na lagoa. Não me aconteceu nada de especial, mas logo cedo me cobri com um sorriso (que não sei de onde veio) e levantei da cama. Dei bom dia para minha mãe, para meu pai, até para o casal de calopsitas, tão dorminhocos, que ainda sonhavam quando eu balancei de leve a gaiola. Não tomei café da manhã porque acordei tarde demais, e como minha mãe sempre fala (e nisso eu concordo) depois não tem espaço para o almoço. Detalhe que percebi: quanto mais o tempo passa, mais eu concordo com o que minha mãe (ou pai) me falam. Talvez estejam certos quando dizem que só vamos entender realmente as coisas quando crescermos. Bom, mas para isso ainda tenho um pouco de tempo de erros pela frente.

Acho que a alegria matinal (pelo menos a minha) é um pouco repentina e passageira, que logo dá mas já passa. Geralmente quando passo a noite acordada pensando em mudar o mundo quando acordar, acabo realmente acordando com aquela vontade de transformar tudo. Mas isso quase sempre dura no máximo uns dez minutos. Depois vem o sono pós-acordar junto com a preguiça de levantar as cobertas e o friozinho,  que me faz persistir na cama e colocar por água abaixo todos os planos anteriores. Ah se não fosse a senhora Preguiça. Talvez também a Preguiça é que me vai tirando essa empolgação que vem para mim logo cedo, mas de forma bem lenta durante o dia, assim como ela é.

Apesar de não conseguir ficar "animada" o resto do dia como quando recém acordo empolgada, ainda carrego esse sorriso por mais um bom tempo, até que eu encontre outra empolgação para me fazer sorrir. E assim se procede a (minha) Vida.
 

Follow by Email

Theme e conteúdo por Marina R. - © Marina's Journal 2011 ~ 2017